05/03/2006
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18h54
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, considerou uma "enorme vitória da integração latino-americana" a conquista da escola Vila Isabel no Carnaval carioca. "Que maravilha, que sublime", disse ao dedicar grande espaço do seu programa dominical --o "Alô, presidente!"-- à vitória da agremiação que recebeu financiamento da estatal venezuelana PDVSA (Petróleos de Venezuela S.A.).
"Foi uma tremenda vitória da integração latino-americana a da escola de samba Vila Isabel, de grande tradição no Rio. Ela ganhou o primeiro prêmio do Carnaval número um do mundo", disse Chávez.
No entanto, o governante lamentou que os oposicionistas "midiáticos" tenham criticado o financiamento da PDVSA, estimado entre US$ 450 mil e US$ 2 milhões. "Que investimento tão proveitoso, um investimento modesto diante do enorme impacto mundial que teve. Ele é parte da luta ideológica que estamos construindo", disse.
Chávez chegou a tachar de "lixo" o editorial de um jornal venezuelano que se opunha a ele. Entre outros comentários, o texto dizia que o título e o refrão de "Soy loco por ti America - A Vila canta a latinidade" evidenciava uma suposta incorreção no uso verbal de ser e estar.
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da Efe, em CaracasO presidente da Venezuela, Hugo Chávez, considerou uma "enorme vitória da integração latino-americana" a conquista da escola Vila Isabel no Carnaval carioca. "Que maravilha, que sublime", disse ao dedicar grande espaço do seu programa dominical --o "Alô, presidente!"-- à vitória da agremiação que recebeu financiamento da estatal venezuelana PDVSA (Petróleos de Venezuela S.A.).
"Foi uma tremenda vitória da integração latino-americana a da escola de samba Vila Isabel, de grande tradição no Rio. Ela ganhou o primeiro prêmio do Carnaval número um do mundo", disse Chávez.
No entanto, o governante lamentou que os oposicionistas "midiáticos" tenham criticado o financiamento da PDVSA, estimado entre US$ 450 mil e US$ 2 milhões. "Que investimento tão proveitoso, um investimento modesto diante do enorme impacto mundial que teve. Ele é parte da luta ideológica que estamos construindo", disse.
Chávez chegou a tachar de "lixo" o editorial de um jornal venezuelano que se opunha a ele. Entre outros comentários, o texto dizia que o título e o refrão de "Soy loco por ti America - A Vila canta a latinidade" evidenciava uma suposta incorreção no uso verbal de ser e estar.
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