09/05/2006
-
02h02
O presidente americano, George W. Bush, anunciou nesta terça-feira que vai manter as sanções econômicas contra a Síria, por considerar o país uma ameaça à segurança nacional, à política externa e à economia dos Estados Unidos.
As medidas, em vigor desde 11 de maio de 2004, autorizam o confisco de propriedades de "certas pessoas" e proíbem a exportação de produtos para a Síria.
As sanções "continuarão em vigor" depois de 11 de maio de 2006, quando deveriam expirar, disse o presidente em mensagem ao Congresso.
O apoio sírio "ao terrorismo, sua interferência no Líbano, à busca de armas de destruição em massa e programas de mísseis, assim como a sabotagem aos EUA e aos esforços internacionais a respeito da estabilização e reconstrução do Iraque, representam uma ameaça extraordinária para a segurança nacional, a política externa e a economia dos EUA", disse Bush na mensagem.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre a Síria
Bush mantém sanções contra a Síria
Publicidade
da Efe, em WashingtonO presidente americano, George W. Bush, anunciou nesta terça-feira que vai manter as sanções econômicas contra a Síria, por considerar o país uma ameaça à segurança nacional, à política externa e à economia dos Estados Unidos.
As medidas, em vigor desde 11 de maio de 2004, autorizam o confisco de propriedades de "certas pessoas" e proíbem a exportação de produtos para a Síria.
As sanções "continuarão em vigor" depois de 11 de maio de 2006, quando deveriam expirar, disse o presidente em mensagem ao Congresso.
O apoio sírio "ao terrorismo, sua interferência no Líbano, à busca de armas de destruição em massa e programas de mísseis, assim como a sabotagem aos EUA e aos esforços internacionais a respeito da estabilização e reconstrução do Iraque, representam uma ameaça extraordinária para a segurança nacional, a política externa e a economia dos EUA", disse Bush na mensagem.
Especial

