15/05/2006
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13h36
O governo dos Estados Unidos decidiu retirar a Líbia de sua lista de países considerados terroristas e restabelecer relações diplomáticas plenas após mais de 25 anos.
O empenho em retomar as relações entre Washington e Trípoli começou há três anos, quando o governo líbio anunciou a intenção de desmontar seu programa de armas nucleares.
Em entrevista coletiva, David Welch, secretário adjunto de Estado para Assuntos do Oriente Médio, garantiu nesta segunda-feira que a decisão será adotada "com cuidado". "Esta não é uma decisão à qual chegamos sem antes avaliar minuciosamente o comportamento da Líbia", disse.
Ele confirmou que os EUA elevarão a categoria de seu escritório diplomático na capital da Líbia para transformá-lo em embaixada.
Em dezembro de 2003, o líder líbio, Muammar Gaddafi, divulgou que seu país desistiu de produzir armas biológicas, químicas e nucleares. As relações com os EUA começaram a melhorar consideravelmente, embora a Líbia continuasse sendo considerada patrocinadora do terrorismo.
Um ano após a decisão de Trípoli, os EUA encerraram seu embargo comercial de 18 anos contra a Líbia e suspenderam a proibição de que os americanos viajassem para o país.
Os EUA e a Líbia não tinham relações diplomáticas regulares desde 1980.
O país norte-africano foi responsabilizado pela queda, em 1988, de um avião da Pan Am sobre a cidade escocesa de Lockerbie. A maioria dos 270 mortos eram americanos.
No ano passado, após uma reunião em setembro com a secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, o ministro de Assuntos Exteriores da Líbia, Abd al Rahman Shalgam, prometeu que seu país "cooperaria de boa fé" para fornecer informações adicionais sobre o que ocorreu com o vôo 103 da Pan Am.
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EUA tiram Líbia de lista de Estados terroristas
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da Efe, em WashingtonO governo dos Estados Unidos decidiu retirar a Líbia de sua lista de países considerados terroristas e restabelecer relações diplomáticas plenas após mais de 25 anos.
O empenho em retomar as relações entre Washington e Trípoli começou há três anos, quando o governo líbio anunciou a intenção de desmontar seu programa de armas nucleares.
Em entrevista coletiva, David Welch, secretário adjunto de Estado para Assuntos do Oriente Médio, garantiu nesta segunda-feira que a decisão será adotada "com cuidado". "Esta não é uma decisão à qual chegamos sem antes avaliar minuciosamente o comportamento da Líbia", disse.
Ele confirmou que os EUA elevarão a categoria de seu escritório diplomático na capital da Líbia para transformá-lo em embaixada.
Em dezembro de 2003, o líder líbio, Muammar Gaddafi, divulgou que seu país desistiu de produzir armas biológicas, químicas e nucleares. As relações com os EUA começaram a melhorar consideravelmente, embora a Líbia continuasse sendo considerada patrocinadora do terrorismo.
Um ano após a decisão de Trípoli, os EUA encerraram seu embargo comercial de 18 anos contra a Líbia e suspenderam a proibição de que os americanos viajassem para o país.
Os EUA e a Líbia não tinham relações diplomáticas regulares desde 1980.
O país norte-africano foi responsabilizado pela queda, em 1988, de um avião da Pan Am sobre a cidade escocesa de Lockerbie. A maioria dos 270 mortos eram americanos.
No ano passado, após uma reunião em setembro com a secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, o ministro de Assuntos Exteriores da Líbia, Abd al Rahman Shalgam, prometeu que seu país "cooperaria de boa fé" para fornecer informações adicionais sobre o que ocorreu com o vôo 103 da Pan Am.
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