11/07/2006
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12h52
O presidente paquistanês, Pervez Musharraf, e o premiê do país, Shaukat Aziz, condenaram com veemência as explosões que atingiram um trem de passageiros em Mumbai, capital financeira da Índia, nesta terça-feira, deixando ao menos 135 mortos.
"O Paquistão condena fortemente a séria de ataques a bomba em trens de passageiros em Mumbai", diz o comunicado divulgado pelos Ministério paquistanês das Relações Exteriores.
"O presidente e o premiê do Paquistão também condenam este ataque terrorista e expressam condolências devido à perda de vidas inocentes".
Informações da polícia dão conta que sete bombas [em trens e na própria ferrovia] deixaram 135 mortos e cerca de 300 feridos, mas o total de vítimas pode subir. De acordo com o P.S. Pasricha, da polícia de Mumbai, as explosões fazem parte de um ataque coordenado.]
Após as explosões, nesta terça-feira, que ocorreram quando os trens estavam lotados, caos e nervosismo tomaram conta das milhares de pessoas que viajavam através das estações. Todo o transporte de foi paralisado, deixando um grande congestionamento de pessoas em toda a rede.
A linha de trens de Mumbai é uma das que transportam mais passageiros em todo o mundo.
As explosões ocorreram horas depois que sete pessoas morreram e 20 ficaram feridas em três ataques de supostos rebeldes em Srinagar, principal cidade da Caxemira indiana.
A Caxemira foi dividida entre a Índia e o Paquistão depois que os dois países se tornaram independentes do Reino Unido, em 1947, mas os dois países disputam o controle da região.
Mumbai, uma metrópole de cerca de 17 milhões de habitantes, foi atingida por uma série de explosões na última década. Mais de 250 pessoas morreram em 1993. Á época, autoridades atribuíram os ataque a gangues criminosas.
Com agências internacionais
Especial
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Líderes do Paquistão condenam explosões em trens na Índia
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da Folha OnlineO presidente paquistanês, Pervez Musharraf, e o premiê do país, Shaukat Aziz, condenaram com veemência as explosões que atingiram um trem de passageiros em Mumbai, capital financeira da Índia, nesta terça-feira, deixando ao menos 135 mortos.
"O Paquistão condena fortemente a séria de ataques a bomba em trens de passageiros em Mumbai", diz o comunicado divulgado pelos Ministério paquistanês das Relações Exteriores.
"O presidente e o premiê do Paquistão também condenam este ataque terrorista e expressam condolências devido à perda de vidas inocentes".
Informações da polícia dão conta que sete bombas [em trens e na própria ferrovia] deixaram 135 mortos e cerca de 300 feridos, mas o total de vítimas pode subir. De acordo com o P.S. Pasricha, da polícia de Mumbai, as explosões fazem parte de um ataque coordenado.]
Após as explosões, nesta terça-feira, que ocorreram quando os trens estavam lotados, caos e nervosismo tomaram conta das milhares de pessoas que viajavam através das estações. Todo o transporte de foi paralisado, deixando um grande congestionamento de pessoas em toda a rede.
A linha de trens de Mumbai é uma das que transportam mais passageiros em todo o mundo.
As explosões ocorreram horas depois que sete pessoas morreram e 20 ficaram feridas em três ataques de supostos rebeldes em Srinagar, principal cidade da Caxemira indiana.
A Caxemira foi dividida entre a Índia e o Paquistão depois que os dois países se tornaram independentes do Reino Unido, em 1947, mas os dois países disputam o controle da região.
Mumbai, uma metrópole de cerca de 17 milhões de habitantes, foi atingida por uma série de explosões na última década. Mais de 250 pessoas morreram em 1993. Á época, autoridades atribuíram os ataque a gangues criminosas.
Com agências internacionais
Especial

