19/07/2006
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07h34
O governo das Filipinas declarou estado de calamidade nas imediações do vulcão Mayon, que segundo os vulcanólogos filipinos apresenta sinais de estar a ponto de entrar em erupção, informou nesta quarta-feira a imprensa local.
As autoridades também anunciam planos para remover 4.300 pessoas que se negam a abandonar suas casas e plantações, mantendo a sua vida normal ao pé da montanha, cerca de 300 quilômetros a sudeste de Manila.
O diretor do Instituto Filipino de Vulcanologia e Sismologia, Renato Solidum, informou que os rios de lava que saem do Mayon desde o fim da semana passada são semelhantes aos que precederam as erupções de 2001, 2000 e 1993, segundo a rede de televisão GMA.
O vulcão --uma das principais atrações turísticas das Filipinas pela perfeição da forma de sua cratera-- tem soltado lavas e lançado rochas nas últimas 24 horas.
O Mayon, de 2.462 metros de altitude, é o vulcão mais ativo das Filipinas e entrou em erupção 45 vezes nos últimos 400 anos. A mais grave, em 1814, matou cerca de 1.200 pessoas.
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Governo filipino declara calamidade na área do vulcão Mayon
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da Efe, em ManilaO governo das Filipinas declarou estado de calamidade nas imediações do vulcão Mayon, que segundo os vulcanólogos filipinos apresenta sinais de estar a ponto de entrar em erupção, informou nesta quarta-feira a imprensa local.
As autoridades também anunciam planos para remover 4.300 pessoas que se negam a abandonar suas casas e plantações, mantendo a sua vida normal ao pé da montanha, cerca de 300 quilômetros a sudeste de Manila.
O diretor do Instituto Filipino de Vulcanologia e Sismologia, Renato Solidum, informou que os rios de lava que saem do Mayon desde o fim da semana passada são semelhantes aos que precederam as erupções de 2001, 2000 e 1993, segundo a rede de televisão GMA.
O vulcão --uma das principais atrações turísticas das Filipinas pela perfeição da forma de sua cratera-- tem soltado lavas e lançado rochas nas últimas 24 horas.
O Mayon, de 2.462 metros de altitude, é o vulcão mais ativo das Filipinas e entrou em erupção 45 vezes nos últimos 400 anos. A mais grave, em 1814, matou cerca de 1.200 pessoas.
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