30/07/2006
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10h06
O Papa Bento 16 pediu neste domingo um cessar-fogo imediato no Oriente Médio.
"Em nome de Deus, me dirijo a todos os responsáveis por essa espiral de violência, para que as armas sejam depostas imediatamente por todas as partes", disse antes da benção dominical do Angelus, celebrada em Castel Gandolfo, a residência de verão dos papas, perto de Roma. "Peço aos governantes e às instituições internacionais que não poupem nenhum esforço para obter o necessário fim das hostilidades, para o começo da construção, por meio do diálogo, de uma convivência estável e duradoura entre todos os povos do Oriente Médio."
Hoje, um bombardeio de Israel a um vilarejo no sul do Líbano deixou mais de 50 mortos, dos quais cerca de 20 eram crianças. O Hizbollah afirmou que o ataque "muda o curso da guerra" e que ele não ficará impune.
A "cada vez mais grave e trágica" situação no Oriente Médio mostra "que não se pode criar uma nova ordem e edificar uma paz autêntica quando se recorre ao instrumento da violência", disse Bento 16 a milhares de peregrinos. Ele denunciou as "centenas de mortos, os muitíssimos feridos e a massa enorme de refugiados" causados pelo conflito, "ao passo que, no coração de muitos, o ódio e a vontade de vingança parecem crescer".
O papa pediu ainda que continue e seja intensificado o envio de ajuda humanitária à população afetada e que Deus "conceda paz a essa região e ao mundo inteiro".
No domingo passado, em Les Combes, localidade nos alpes italianos onde passou a primeira parte de suas férias de verão, Bento 16 já havia se pronunciado pelo fim imediato dos combates.
Com agências internacionais
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Papa Bento 16 pede cessar-fogo imediato de guerra entre Israel e o Hizbollah
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da Folha OnlineO Papa Bento 16 pediu neste domingo um cessar-fogo imediato no Oriente Médio.
"Em nome de Deus, me dirijo a todos os responsáveis por essa espiral de violência, para que as armas sejam depostas imediatamente por todas as partes", disse antes da benção dominical do Angelus, celebrada em Castel Gandolfo, a residência de verão dos papas, perto de Roma. "Peço aos governantes e às instituições internacionais que não poupem nenhum esforço para obter o necessário fim das hostilidades, para o começo da construção, por meio do diálogo, de uma convivência estável e duradoura entre todos os povos do Oriente Médio."
Hoje, um bombardeio de Israel a um vilarejo no sul do Líbano deixou mais de 50 mortos, dos quais cerca de 20 eram crianças. O Hizbollah afirmou que o ataque "muda o curso da guerra" e que ele não ficará impune.
A "cada vez mais grave e trágica" situação no Oriente Médio mostra "que não se pode criar uma nova ordem e edificar uma paz autêntica quando se recorre ao instrumento da violência", disse Bento 16 a milhares de peregrinos. Ele denunciou as "centenas de mortos, os muitíssimos feridos e a massa enorme de refugiados" causados pelo conflito, "ao passo que, no coração de muitos, o ódio e a vontade de vingança parecem crescer".
O papa pediu ainda que continue e seja intensificado o envio de ajuda humanitária à população afetada e que Deus "conceda paz a essa região e ao mundo inteiro".
No domingo passado, em Les Combes, localidade nos alpes italianos onde passou a primeira parte de suas férias de verão, Bento 16 já havia se pronunciado pelo fim imediato dos combates.
Com agências internacionais
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