03/08/2006
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21h02
A Venezuela ordenou a retirada de seu embaixador em Israel, anunciou nesta quinta-feira o presidente Hugo Chávez, após afirmar que "causa indignação ver como continua bombardeando" o povo do Líbano e a população palestina.
"Ordenei a retirada do nosso embaixador de Israel porque, na verdade, causa indignação ver como o Estado de Israel continua atropelando, bombardeando, esquartejando inocentes com os aviões gringos que eles têm", justificou Chávez.
O presidente deu esta declaração durante um discurso em um ato comemorativo pelos 200 anos do frustrado desembarque do precursor da independência latino-americana, Francisco de Miranda, na localidade de Vela de Coro, 300 km a oeste de Caracas.
"Como se explica que o mundo olhe isso de braços cruzados? Como se explica que ninguém faça nada para frear este horror?", disse Chávez, que nesta quinta-feira retornou de uma viagem de 15 dias por nove países de quatro continentes.
"Essa é uma das razões pelas quais o governo dos Estados Unidos anda em uma campanha aberta e franca, imoral, para frear nosso ingresso no Conselho de Segurança das Nações Unidas", acrescentou o presidente.
Chávez destacou que "o governo dos Estados Unidos" não permitiu que o Conselho de Segurança "tomasse alguma ação para frear o genocídio que Israel está cometendo agora mesmo contra o povo da Palestina e contra o povo do Líbano".
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Chávez ordena retirada de embaixador da Venezuela em Israel
da France Presse, em CaracasA Venezuela ordenou a retirada de seu embaixador em Israel, anunciou nesta quinta-feira o presidente Hugo Chávez, após afirmar que "causa indignação ver como continua bombardeando" o povo do Líbano e a população palestina.
"Ordenei a retirada do nosso embaixador de Israel porque, na verdade, causa indignação ver como o Estado de Israel continua atropelando, bombardeando, esquartejando inocentes com os aviões gringos que eles têm", justificou Chávez.
O presidente deu esta declaração durante um discurso em um ato comemorativo pelos 200 anos do frustrado desembarque do precursor da independência latino-americana, Francisco de Miranda, na localidade de Vela de Coro, 300 km a oeste de Caracas.
"Como se explica que o mundo olhe isso de braços cruzados? Como se explica que ninguém faça nada para frear este horror?", disse Chávez, que nesta quinta-feira retornou de uma viagem de 15 dias por nove países de quatro continentes.
"Essa é uma das razões pelas quais o governo dos Estados Unidos anda em uma campanha aberta e franca, imoral, para frear nosso ingresso no Conselho de Segurança das Nações Unidas", acrescentou o presidente.
Chávez destacou que "o governo dos Estados Unidos" não permitiu que o Conselho de Segurança "tomasse alguma ação para frear o genocídio que Israel está cometendo agora mesmo contra o povo da Palestina e contra o povo do Líbano".
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