26/08/2006
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15h03
A promessa feita pelos países da UE (União Européia) de enviar rapidamente tropas ao sul do Líbano foi recebida neste sábado com satisfação e alívio em Beirute, que espera, dessa forma, um forte apoio ao seu Exército e o fim do bloqueio israelense.
Durante uma reunião extraordinária em Bruxelas, os 25 países da UE comprometeram-se ontem a colaborar com mais de 7 mil homens para a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Finul), possibilitando o envio, mais rapidamente, de uma primeira tropa de capacetes azuis, o que pode acontecer dentro de uma semana.
"As promessas européias representam um passo positivo e importante, recebido com grande satisfação pelo Líbano", afirmou Mohamad Challak, assessor diplomático do primeiro-ministro, Fuad Siniora. "Após um momento de atraso e dúvida, a coluna vertebral da força está formada, de modo que será possível acelerar a retirada israelense e o envio do Exército libanês ao sul do país."
Israel também elogiou a decisão. "Israel cumprimenta os países europeus por sua decisão de enviar esse contingente para a força internacional no Líbano", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores israelense, Mark Regev, assinalando que a decisão irá contribuir para a aplicação da resolução 1.701 do Conselho de Segurança da ONU, a qual determinou o cessar-fogo entre o país e o grupo terrorista Hizbollah.
A nova Finul contará com aproximadamente 15 mil homens e substituirá a atual, composta por dois mil soldados. A França mandará dois mil homens, e a Itália, três mil. Também haverá de mil a 1,200 mil militares espanhóis, e mais de 300 belgas, 250 finlandeses e 500 poloneses.
Os soldados franceses serão enviados nos próximos 20 dias, segundo a ministra da Defesa, Michele Alliot-Marie. Já o primeiro-ministro italiano, Romano Prodi, anunciou que a mobilização do contingente italiano poderá começar na próxima terça-feira. Essas decisões indicam que a Europa pode ter obtido as garantias de segurança para suas tropas em solo libanês.
Após 34 dias de ofensiva, Israel continua ocupando regiões do sul do Líbano, à espera das tropas internacionais, enquanto milicianos do Hizbollah estabeleceram-se na área e se negam a depor as armas.
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da France Presse, em BeiruteA promessa feita pelos países da UE (União Européia) de enviar rapidamente tropas ao sul do Líbano foi recebida neste sábado com satisfação e alívio em Beirute, que espera, dessa forma, um forte apoio ao seu Exército e o fim do bloqueio israelense.
Durante uma reunião extraordinária em Bruxelas, os 25 países da UE comprometeram-se ontem a colaborar com mais de 7 mil homens para a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Finul), possibilitando o envio, mais rapidamente, de uma primeira tropa de capacetes azuis, o que pode acontecer dentro de uma semana.
"As promessas européias representam um passo positivo e importante, recebido com grande satisfação pelo Líbano", afirmou Mohamad Challak, assessor diplomático do primeiro-ministro, Fuad Siniora. "Após um momento de atraso e dúvida, a coluna vertebral da força está formada, de modo que será possível acelerar a retirada israelense e o envio do Exército libanês ao sul do país."
Israel também elogiou a decisão. "Israel cumprimenta os países europeus por sua decisão de enviar esse contingente para a força internacional no Líbano", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores israelense, Mark Regev, assinalando que a decisão irá contribuir para a aplicação da resolução 1.701 do Conselho de Segurança da ONU, a qual determinou o cessar-fogo entre o país e o grupo terrorista Hizbollah.
A nova Finul contará com aproximadamente 15 mil homens e substituirá a atual, composta por dois mil soldados. A França mandará dois mil homens, e a Itália, três mil. Também haverá de mil a 1,200 mil militares espanhóis, e mais de 300 belgas, 250 finlandeses e 500 poloneses.
Os soldados franceses serão enviados nos próximos 20 dias, segundo a ministra da Defesa, Michele Alliot-Marie. Já o primeiro-ministro italiano, Romano Prodi, anunciou que a mobilização do contingente italiano poderá começar na próxima terça-feira. Essas decisões indicam que a Europa pode ter obtido as garantias de segurança para suas tropas em solo libanês.
Após 34 dias de ofensiva, Israel continua ocupando regiões do sul do Líbano, à espera das tropas internacionais, enquanto milicianos do Hizbollah estabeleceram-se na área e se negam a depor as armas.
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