06/09/2006
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16h31
O Pentágono proibiu oito práticas utilizadas em interrogatório nesta quarta-feira, mais de dois anos depois do escândalo da prisão iraquiana de Abu Ghraib ter vindo a público.
O Departamento da Defesa dos Estados Unidos também autorizou três novos métodos.
Veja abaixo os detalhes dos procedimentos listados no novo manual de conduta do Exército americano:
Os interrogadores não poderão:
- Forçar um prisioneiro a ficar nu
- Forçar um prisioneiro a fazer atos sexuais ou posar de uma maneira que tenha uma conotação sexual
- utilizar capuzes ou colocar sacos na cabeça dos prisioneiros ou usar fitas adesivas sobre seus olhos
- bater, provocar choques elétricos ou queimar os prisioneiros ou infligir outras formas de sofrimento físico
- utilizar técnicas que simulem afogamento
- realizar atos de escárnio
- privar os prisioneiros de comida, água e atendimento médico necessários
- utilizar cães em qualquer aspecto dos interrogatórios
Os interrogadores poderão:
- utilizar a tática em que dois interrogadores aparentemente adotam abordagens opostas para com o prisioneiro
- adotar identidade diferente da de um interrogador americano durante o interrogatório
- utilizar separações para manter "combatentes inimigos ilegais" isolados entre si a fim de evitar que possam coordenar suas versões no depoimento. Esta técnica apenas pode ser utilizada com "combatentes inimigos ilegais" , não com tradicionais prisioneiros de guerra, e querer aprovação especial de alto escalão. O Pentágono afirma que esta separação "não significa confinamento em solitária".
Com agências internacionais
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Pentágono proíbe oito táticas de interrogatório
da Folha OnlineO Pentágono proibiu oito práticas utilizadas em interrogatório nesta quarta-feira, mais de dois anos depois do escândalo da prisão iraquiana de Abu Ghraib ter vindo a público.
O Departamento da Defesa dos Estados Unidos também autorizou três novos métodos.
Veja abaixo os detalhes dos procedimentos listados no novo manual de conduta do Exército americano:
Os interrogadores não poderão:
- Forçar um prisioneiro a ficar nu
- Forçar um prisioneiro a fazer atos sexuais ou posar de uma maneira que tenha uma conotação sexual
- utilizar capuzes ou colocar sacos na cabeça dos prisioneiros ou usar fitas adesivas sobre seus olhos
- bater, provocar choques elétricos ou queimar os prisioneiros ou infligir outras formas de sofrimento físico
- utilizar técnicas que simulem afogamento
- realizar atos de escárnio
- privar os prisioneiros de comida, água e atendimento médico necessários
- utilizar cães em qualquer aspecto dos interrogatórios
Os interrogadores poderão:
- utilizar a tática em que dois interrogadores aparentemente adotam abordagens opostas para com o prisioneiro
- adotar identidade diferente da de um interrogador americano durante o interrogatório
- utilizar separações para manter "combatentes inimigos ilegais" isolados entre si a fim de evitar que possam coordenar suas versões no depoimento. Esta técnica apenas pode ser utilizada com "combatentes inimigos ilegais" , não com tradicionais prisioneiros de guerra, e querer aprovação especial de alto escalão. O Pentágono afirma que esta separação "não significa confinamento em solitária".
Com agências internacionais
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