|


O que é o cargo
Fale com a
Ombudsman
Mural
Colunas
Anteriores
FiloFolha
Dúvidas mais
Frequentes
Bate-papo
|
 |
São Paulo, 03 de outubro
de 2000
RENATA LO PRETE
 |
Eleições
1. A última nota do "Erramos" corrige os percentuais de
votos válidos obtidos por Paulo Maluf em primeiro e segundo
turno na capital paulista em 98. O engano foi cometido ontem
pela coluna "Brasília". Quem leu esse texto percebe a falta
de transparência do "erramos", que retifica os números sem esclarecer
que eles derrubam o raciocínio do artigo (o de que Maluf teria
crescido em relação ao pleito anterior; ocorreu o contrário).
Não é direito apenas refazer as contas, omitindo o mais importante.
2. O propósito de uma arte como a editada no alto da
Primeira Página (composição atual da Câmara x como vai
ficar) é que o leitor olhe os desenhos dos dois plenários e
constate a evolução (ou involução, dependendo do caso) do tamanho
da mancha de cada partido. A leitura é prejudicada se o jornal
não segue a mesma ordem de partidos nos dois desenhos, o que
ocorre hoje. Entendo que agora há mais um partido, mas bastava
colocá-lo no extremo do segundo desenho. Não dá para entender
a preferência por uma apresentação que dificulta a vida do leitor.
3. A nota de abertura do "Painel" qualifica como "envergonhado"
o apoio que Marta Suplicy deu a Covas no segundo turno. É questão
de sintonia fina, e entendo que a seção não tem espaço para
longas explicações, mas o termo não me parece muito adequado
ao caso. É certo que ela não subiu no palanque, mas, até onde
me lembro, não demorou nada até anunciar seu apoio (certamente
foi mais rápida do que os tucanos agora), e esteve com o marido
no Palácio dos Bandeirantes.
4. O tema pesquisas não aparece no caderno Eleições
de hoje, mas outros jornais o abordam. "Valor" destaca o erro
do Ibope em Goiânia (previu PT em terceiro lugar, e o candidato
do partido chegou em primeiro). O "Globo" traz uma página inteira
a esse respeito ("Os erros e os acertos das pesquisas eleitorais"),
com algumas observações das quais, imagino, o Datafolha discordará.
5. É interessante a reportagem "Zona leste tira Alckmin
do segundo turno" (pág. 7). Que eu tenha visto, nenhum outro
jornal atentou para esse aspecto.
Sem memória
A primeira nota do "Erramos" (ao contrário do que a Folha
afirmou no sábado, Bia Lessa não fez a campanha eleitoral de
FHC) ilustra a tese de que "o jornal não lê o jornal". Há bem
pouco tempo a Ilustrada publicou longa entrevista com
a diretora, na qual ela esclarecia que não teve nenhuma participação
na campanha.
Oriente Médio
1. Folha e "Estado" divergem quanto ao total de mortos nos
choques que ocorrem desde quinta-feira no Oriente Médio. A primeira
fala em 48; o concorrente, em 51.
2. A Folha registra que a violência atingiu "territórios
palestinos, partes de Israel habitadas por árabes e Jerusalém"
(pág. A 9). O texto cita várias cidades e vilarejos, o que justificava
a edição de um mapa para facilitar o entendimento da descrição.
Faltou também uma indicação mais clara dos interesses envolvidos
no conflito. Como em outras ocasiões, o jornal parece acreditar
que resolve todos os problemas com uma tradução do "Independent".
Trocando as bolas
Um leitor avisa que a classificação de tenistas apresentada
na seção "Placar" (pág. D 5), com Gustavo Kuerten na liderança,
é a Corrida dos Campeões, e não o ranking de entradas da ATP,
como saiu publicado.
Em tempo
Erro na edição de ontem, apontado por um leitor quando a crítica
interna já havia circulado: "I Can't Get Started", canção citada
na crítica do novo disco da cantora Rickie Lee Jones (pág. E
7), é de Ira, e não de George Gershwin.
Leia críticas anteriores:
02/10/2000
28/09/2000
27/09/2000
26/09/2000
25/09/2000
|
|
|
| Críticas
Anteriores |
|
|
|
Subir
|
|
|
|
| |
| |
|
|

|