Lula e as passagens, economia e educação, racismo, TV Justiça
da Folha Online
Lula e as passagens
"Hipocrisia não é a discussão sobre a farra das passagens. Hipocrisia é defender os 'mais de 300 picaretas' que devem ter existido desde a criação do Congresso."
CARLOS GASPAR (São Paulo, SP)
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"É impressionante como Lula, aproveitando dessa 'dita' popularidade, não se preocupa mais em disfarçar como de fato ele é. Cinicamente, publicamente, defende esses verdadeiros vendilhões do Congresso. É claro que ele os defende. Assim como defendeu os mensaleiros, o Severino etc.
Enquanto assistirmos a tudo isso placidamente, seremos roubados de todas as formas. Ainda bem que a imprensa existe para reagir a essa vergonha nacional."
THEREZZA ALVES TERRA (São José dos Campos, SP)
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"Quando a autoridade máxima do país não vê nada de mais em algo que qualquer cidadão honesto vê um absurdo, realmente é de lamentar.
Enquanto há dinheiro para desperdiçar com passagens e outros benefícios aos nobres congressistas, pessoas morrem nos hospitais e nas estradas por falta de verba pública. É lamentável.
EDSON SHINDI YAMADA (Londrina, PR)
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"Com o recente posicionamento de nosso presidente, precisamos corrigir sua mais ilustre declaração: Eram 301, e não 300, os picaretas do Congresso Nacional."
RENATO ANZOLIN (Jacareí, SP)
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Economia e educação
"Economia é um meio; educação é um fim. Um feliz e inusitado espaço para uma afirmação tão controversa e com a qual concordo inteiramente (artigo 'Emergência nacional', de Cesar Benjamin, Dinheiro, ontem).'
CLARICE SANTOS MACHADO (Matão, SP)
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Racismo
"Li estarrecido a frase do professor José Antonio Rocha, da UFRGS, em que compara a soja ao negro na 'dificuldade para matar'. Quem o professor pretendia 'descontrai'r? Saudosos do Terceiro Reich? Executivos da indústria de fornos crematórios?
Por acaso, não sou negro, mas considero essa frase uma ofensa à humanidade."
MARCOS ANTONIO DA SILVA, professor titular da FFLCH-USP (São Paulo, SP)
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TV Justiça
"Por mais que admire profundamente os julgados e o entendimento do ministro Carlos Velloso, venho acompanhar incondicionalmente o doutor Gustavo Binenbojm ('Tendências/Debates', ontem) no assunto 'TV Justiça'.
Como cidadão, não posso concordar com nenhum tipo de edição nas transmissões dos julgamentos, como sugerido pelo ministro Velloso.
As posições jurídicas e pessoais dos atuais e futuros ministros devem ser expostas e defendidas como hoje o são, para conhecimento público.
As lições de direito e de cidadania e a transparência do homem julgador superam em muito os pequenos percalços das atuações. Limitar as transmissões ao critério de sabe-se lá quem é tratar a todos os brasileiros como incapazes de compreender a paixão pela justiça demonstrada nos embates e mostra-se como verdadeira 'censura caseira'."
MARIO FRANCESCHINI (Rio Claro, SP)
