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27/06/2009 - 02h40

Michael Jackson, Araguaia, trânsito, Irã, Congresso, exemplo

da Folha Online

Michael Jackson

"A exemplo do rei do rock, Elvis Presley, surgirá a onda de que o rei do pop, Michael Jackson, também não morreu?"

HAMILTON ANSANELLO (Rio Claro, SP)

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"Fiquei surpreso com a excelente qualidade do texto do cantor e compositor Paulo Ricardo sobre Michael Jackson ( Especial, 26/5). Parabéns a ele. E uma sugestão à Folha: convidá-lo para escrever rotineiramente no jornal."

INÁCIO KNAPP (Porto Alegre, RS)

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"De talento indiscutível desde que cantava 'Ben', em tenra idade, teve uma infância difícil e sofreu abusos do pai. Ao chegar ao estrelato quis viver em 'Neverland' a infância que não teve. E começaram aí as suas bizarrices, que o levaram à morte precoce e ao fim de uma carreira conturbada, porém inesquecível."

MARCOS BARBOSA (Casa Branca, SP)

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"Cresci escutando músicas de Michael Jackson. É difícil relacionar a morte do apenas corpo de um ídolo ao incomensurável brilho que ele tem enquanto astro reluzente que é. A música não morre, o ídolo não morre e um astro não morre. Portanto, sua luz nunca se apaga. Michael Jackson, através de sua música, sua dança, sua maneira especial e única de ser astro, existirá para sempre em nossos corações, em nossas mentes.
O dia 29 de agosto de 1958 foi uma data que nos mostrou que um astro apenas nasce. 25 de junho é um marco que nos dirá que o astro permanece para sempre."

ISAAC DE CRISTO (Camaçari, BA)

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"Mesmo levando uma vida problemática, Michael Jackson foi um dos maiores cantores da música pop. Será difícil esquecê-lo. A humanidade está triste. Que Deus, com sua infinita bondade, cuide de sua alma maravilhosa."

PAULO DIAS NEME (São Paulo, SP)

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Araguaia

"A visão da história do leitor Érico Filipe de Mello e Costa ('Painel do Leitor', 26/6) é um verdadeiro samba do crioulo doido. Confunde épocas ao prever um grupo narcoguerrilheiro na década de 60! Mais realista que o rei, o leitor simplesmente omite que não foi uma guerra, e sim execuções sumárias. Ou será que o major Curió, protagonista dos acontecimentos, imaginou tudo o que contou em entrevista?"

ORLANDO F. FILHO (São Paulo, SP)

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Trânsito

"Os congestionamentos com os quais padecem os paulistanos, bem como os que trafegam por São Paulo diariamente, e que vêm quebrando recordes consecutivos derivam primordialmente do maior poder aquisitivo e da facilidade de crédito da população para adquirir veículos particulares (carros e motos), confrontando com um sistema de transporte coletivo ancorado no ônibus e com tarifas mais onerosas do que um litro de combustível.
De nada adianta investir centenas de milhões de dólares em vias expressas ou na ampliação das já existentes, como se pretende fazer nas marginais paulistanas, pois no máximo em cinco anos tudo estará novamente saturado. É assim no mundo todo. A adoção de rodízios é, igualmente, outra fórmula totalmente equivocada.
A solução definitiva dos congestionamentos passa obrigatoriamente pelo transporte de massa metroferroviário (financiado por pedágios urbanos), interligando os principais destinos com uma tarifa acessível e integração total com os demais modais de transporte de passageiros."

LUIZ FERNANDO PETTINATI HOMEM DE BITTENCOURT (Santos, SP)

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Irã

"A propósito da crônica do senador José Sarney, 'A mulher no islã' ( Opinião, 25/6), devo dizer que o que o Ocidente (capitalista, cristão e decadente) precisa é respeitar um pouco mais a Pérsia de Ciro, Dario e Xerxes.
O Irã é uma teocracia, sim, mas uma teocracia legitimada pela revolução islâmica, que apeou o xá Pahlevi --um títere dos EUA-- do poder e recebeu, literalmente nos ombros, o aiatolá Khomeini.
O que nós (ocidentais) temos a ver com isso? Que direito temos de dizer o que eles devem fazer? Por que tomar parte da minoria (30% dos votos)? Por que as mensagens na internet são todas em inglês? Por que não em árabe ou num dialeto qualquer do mundo islâmico, já que falam (ou deveriam estar falando) de muçulmanos para muçulmanos? Ou eles (da oposição), no fundo no fundo, querem mesmo é deixar de serem islâmicos, com suas restrições e seus dogmas? Seria proveitoso avisá-los para o que eles pretendem mudar: o Ocidente está decadente há muito tempo; está podre. A oposição pretende 'mudanças'. Quais mudanças? Se bandear para o Ocidente corrupto e decadente e ter 'liberdades'? Mas quais são essas liberdades? Liberdade para encher a caveira de álcool, cocaína, êxtase, crack etc.; invadir o país com milhões de sites de pornografia (inclusive infantil); liberdade para as mulheres mostrarem a região glútea na praia; para os filhos xingarem os pais e ter uma religião 'de resultados' (o cristianismo ocidental).
Para eles, o Ocidente --capitaneado pelos EUA-- é 'o grande satã'. Pensando bem..."

NELSON CASTELO BRANCO EULÁLIO FILHO (Fortaleza, CE)

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Congresso

"Este é um país de todos! De todos os altos funcionários que têm mansões de valor incompatível com os seus vencimentos; de todos os senadores e deputados que têm castelos, viagens nacionais e internacionais grátis para si, para parentes, para amigos e para sindicalistas; de todos os que têm auxílio moradia, auxílio paletó, auxílio hospedagem, verbas indenizatórias etc.
Será que somente um 'está se lixando' para a opinião pública? Este é o país de todos os mensaleiros até hoje impunes. Este é um país de todos os que se beneficiam com os recursos de nós, trabalhadores, que somos extorquidos com a indecente percentagem de impostos.
Agora, para agradar ao Poder Executivo, engendraram o calote dos precatórios. Um direito adquirido através de ações judiciais, com sentenças irrecorríveis e após muitos anos de espera. Também não haverá punição para os que não cumprirem as determinações judiciais?
Continuarão rindo e 'se lixando' também em relação à Justiça? Sim, este é o país de todos eles. O nosso é o país onde a segurança deixa a desejar, a educação é insuficiente e falha, a saúde é precária e a Justiça é severa."

WALTER GIRO GIORDANO (São Paulo, SP)

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"O UOL informa que os senadores gastaram uma pequena fortuna, suficiente para serem construídas cerca de 10 mil casas populares, em ligações telefônicas. Acrescenta que o sr. Heráclito Fortes justificou plenamente as despesas devido tratar-se de necessidades de trabalho.
Pergunto: qual trabalho? Se os proprietários de mandatos parlamentares visitam seu local de trabalho duas ou três dias por semana; se ficam no chamado recesso durante mais de 90 dias por ano; se nada fazem além de discutir questões irrelevantes, pública ou secretamente. Qual trabalho é feito via telefone? Até quando vamos pagar a conta?"

ADALBERTO MIGUEL PEDROMÔNICO (Sorocaba, SP)

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Exemplo

"Sexta-feira, 5 horas da manhã, acordo e já encontro a Folha à minha disposição, no abrigo de veículos da casa. Como sempre, notícias de escândalos e mais escândalos políticos. Vou à minha página preferida, a de editoriais, e encontro, também como sempre, a presença nefasta de José Sarney, despreocupado e escrevendo amenidades. Logo abaixo, e na mesma página, Gabeira comentando os escândalos políticos, como se também não tivesse nada a ver com isso.
Quando é que a Folha, dando exemplo, fará a sua parte e nos livrará de gente desse tipo?"

ROBERTO ANTONIO CÊRA (Piracicaba, SP)

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"Francisco Mendonça Filho, funcionário do nosso lamentável Senado, chega às raias do ridículo quando sai costurando (mal) e elencando desculpas sentimentalóides na tentativa, vã, de justificar o caráter humanitário do Sinhô ('Painel do Leitor', 26/6).
Por que, de tão condoído, Sarney não arcou com as despesas de Valéria com recursos do próprio bolso?"

JOÃO LUIZ COSTA CARDOSO (São Paulo, SP)

 

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