Juliana Paes, Sarney, gripe
da Folha Online
José Simão
"Boa, muito boa, Juliana Paes! Fez-me rir, muito mais do que me faz o José Simão em muitos anos.
Você é a 'boa' mesmo! Acostumada a vender imagens do corpo seminu nos anúncios e na Marquês de Sapucaí, agora se ofende com as palavras bem-humoradas do colunista. Errou o Macaco! As ações movidas têm grandes chances de resultar em indenizações porque nossos magistrados, 'atolados' com esse tipo de processo, inclusive, não assistem à TV. Os produtos anunciados por você serão por mim recusados até que anuncie as obras assistenciais das paróquias cristãs."
SANDRA BARRETO CAZUMBÁ (Ipatinga, MG)
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Sarney
"E Sarney conseguiu chegar ao recesso parlamentar impune. É sempre assim o final dessas novelas, nunca varia o final.
Talvez o número de denúncias contra ele, filha e genro tenha sido insuficiente para qualquer investigação, sobretudo para alguns suplentes carrancudos que antes mesmo de começar a trabalhar já concluíram que todos são inocentes, que não houve nada ilegal e que tudo se apagará com o tempo, como os diversos outros casos semelhantes.
Infelizmente essa é a realidade: com uma propina aqui e outra ali, tudo se consegue, tudo se ajeita."
HABIB SAGUIAH NETO (Marataízes, ES)
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Frigoríficos
"Excelente a iniciativa dos frigoríficos de Santa Catarina em promover o abate humanitário dos animais fi2107200933.htm ( Agrofolha, 21/7). Isso é um dos reflexos da alimentação kasher, instituída pela Torá, o livro sagrado do judaísmo. Através dela a alimentação não só é mais saudável, já que estabelece técnicas rígidas de limpeza e promove uma digestão otimizada, como também impede o sofrimento dos animais e instiga a uma nutrição material e espiritual."
HELENA KESSEL (Curitiba, PR)
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Correios
"Não pode ficar sem o devido registro negativo a decisão dos Correios de eliminar as caixas de coleta de correspondência existentes nas ruas de São Paulo, na contramão do que existe em países mais desenvolvidos. Na condição de usuário diário desse recurso, levanto minha voz em protesto contra essa providência, de resto mais uma a ser agregada à piora dos serviços, percebida de uns tempos para cá."
PEDRO LUIZ DE OLIVEIRA COSTA NETO (São Paulo, SP)
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Mandela
"A educação é a arma mais forte para mudar o mundo. 'Sua vida nos ensina que o impossível pode se realizar', declarou Obama a respeito do ícone antiapartheid, Mandela.
Até se tornarem vitoriosos, o presidente americano e Mandela encararam as duras adversidades que os desafiavam motivados pela persistência, inteligência e coragem.
Vencer o preconceito racial foi um dos muitos entre os vários pontos em comum. Saber enxergar além dos seus limites usando a educação como instrumento foi outro.
Afastado das regalias das famílias brancas, Mandela soube bem cedo que não iria longe se não se rebelasse contra as tradições tribais do seu povo. A sede por justiça o libertou e o fez procurar por conhecimento, o que mudou completamente não só a sua vida mas parte importante da história contemporânea mundial.
A educação o fez conhecer a liberdade. Livre e bem informado, pode se formar advogado e ser o primeiro negro eleito presidente do seu país e ganhador do Prêmio Nobel da Paz.
Este ano Nova York celebrou seu 91º aniversário com um megashow beneficente, marcando o primeiro 'Dia de Mandela', proposto a ser dedicado às boas ações e à melhoria das comunidades anualmente.
Onde há sucesso a educação faz a diferença. Mandela se transformou em lenda viva ao dedicar 67 anos de sua vida na luta contra o apartheid, regime hábil em surrupiar os direitos dos negros da África do Sul.
Do alto de sua experiência concluiu: 'a educação é a arma mais forte que você pode usar para mudar o mundo'. Poucos fizeram o mundo reconhecer a capacidade da educação em alterar os ditames da desigualdade e exclusão como ele.
Que o Brasil mire-se no exemplo e que seus dirigentes aprendam a lição."
JOSÉ MARIA CANCELLIERO, presidente do CPP _Centro do Professorado Paulista (São Paulo, SP)
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Gripe
"Será que a mesquinharia política ou comercial está por detrás desse pânico que os setores da mídia vêm criando com a gripe suína, uma gripe que não mata mas, sim, apenas se espalha? As mortes têm sido por outras causas. Mesmo assim, em dois meses, são pouquíssimos casos, comparados a qualquer doença conhecida do Brasil. Por que esse foco e pânico que está levando milhares de pessoas desesperadas aos postos e hospitais? Que contribuição é essa para equacionar o problema?"
ANTONIO NEGRÃO DE SÁ (Rio de Janeiro, RJ)
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Naufrágio
"Frequentemente vemos acidentes com embarcações de passageiros na Amazônia e com fins trágicos.
Acredito que esses barcos têm uma estabilidade precária para navegar em águas mais agitadas. Com dois andares, devem ter o centro de gravidade muito alto quando carregados _via de regra, em excesso. Neste último acidente, tombou no porto.
Considero um crime a Capitania dos Portos permitir que essas armadilhas flutuantes continuem a transportar passageiros. Tenho certeza de que a engenharia naval brasileira pode produzir embarcações mais seguras e eficientes para substituir as atuais, que devem ter um projeto de séculos."
YOSHIO SATO (São Paulo, SP)
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Caetano
"Caetano demorou a vir a público para explicar o inexplicável, mas não tentou justificar o absurdo de receber quase R$ 2 milhões a fundo perdido para financiar seus espetáculos. Pior: caiu na mesma argumentação diversionista; pau na imprensa que divulgou o fato e nada de falar do fato, que é o mau uso de dinheiro público. Pode não ter sido ilegal, mas foi prá lá de imoral. Léguas!"
JÚLIO GOMES (Lisboa, Portugal)
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Pássaros
"Lendo a crônica 'Os pássaros' ff2107200905.htm ( Cotidiano, 21/7) fiquei muito contente, pois um escritor deste calibre escrever sobre nossa revolta é algo muito intrigante. Penso ser o sentimento coletivo do nosso povo, e talvez para isso estejamos caminhando para uma revolução. Já não é mais possível o exercício da passividade e da conivência."
BETO CHADE (Araçatuba, SP)