Lula
"Ao modo pobre do presidente, pergunto: o que um pai que ensina bons modos a seus filhos deve dizer a eles após terem de ouvir assim, sem mais, na hora do jantar, a mais elevada autoridade da República dizer com ar maroto, em solenidade oficial, uma barbaridade daquelas?"
CARLOS ALBERTO BÁRBARO (Teresina, PI)
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"Se já não bastasse tanta patifaria, corrupção, piadinhas de mau gosto, metáforas idiotas e o assassinato da língua portuguesa, agora também se deu ao luxo de usar palavras de baixo calão pela TV, veículo de comunicação que adentra milhões de lares.
Não é novidade para nós que o presidente Lula não tem instrução à altura de um presidente, mas ser mal-educado, faltando com o respeito e usando palavra de baixo calão, é o fim.
Pergunto: o que se pode esperar? É óbvio, um futuro sem futuro. Pobre Brasil! Nós éramos felizes e não sabíamos. Infelizmente, fatos são fatos, e não podemos contestar a realidade da desgraça, pois seria cômico se não fosse trágico."
MARIO ANTIQUEIRA ROCHA (São José dos Campos, SP)
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"Lula já é famoso pela abundância de palavras e poucas idéias no falar ou discutir. No limite de sua verborragia, sentiu-se à vontade no seu diarréico improviso de estatólatra, com direito a 'sifu' e risos constrangidos da platéia. Não obstante, ele deve estar feliz e satisfeito. A rusticidade cultural assumida (um presidente não pode ser ignorante) confere aos seus membros dois privilégios: o de estar em paz com seu amor-próprio e o de ficar na companhia da maioria do gênero humano aí incluído. É claro, e infelizmente, muitos brasileiros."
ROBERTO CASTRO (São Paulo, SP)
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Olimpíada
"Eom relação à justificativa dada pela assessoria de imprensa do Comitê Olímpico Brasileiro para a saída de seu presidente logo após a sua fala na audiência pública realizada no Senado Federal, é de perguntar-se que outro assunto de última hora mais importante do que prestar contas aos senadores e ao povo brasileiro teria ele assumido? Isso ainda permanece um mistério. Tanto o COB não deu relevância ao assunto que, ao contrário do que faz com questões menores tratadas com espalhafato, ignorou a existência dessa audiência pública em seu sítio na internet. A coisa anda cada vez mais lamentável."
ALBERTO MURRAY NETO, árbitro da Corte Arbitral do Esporte, diretor da ONG Sylvio de Magalhães Padilha e membro da Assembléia Geral do Comitê Olímpico Brasileiro (São Paulo, SP)
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Tarso Genro
"É uma pena que o ministro Tarso Genro não precise usar hospitais e serviços públicos, sobretudo no Nordeste, constantemente. Ouço relatos da falta de atendimento nos hospitais daquela região, inclusive com cobrança em dinheiro (no SUS) para que os pacientes sejam atendidos, o que não garante um bom atendimento. Claro que não apenas nos hospitais. As deficiências vão além, inclusive no serviço público federal, que hoje está cheio de funcionários caros, mas os serviços continuam péssimos, com horários muito restritivos para atendimento. Mas os call centers são obrigados a atender 24 horas por dia e 7 dias por semana porque o ministro precisa usá-los. Era assim no tempo de Maria Antonieta, não era?"
FRANCISCO DA COSTA OLIVEIRA (São Paulo, SP)
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Roberto Jefferson
"E risível que o sr. Roberto Jefferson venha discutir política e economia como arauto de uma filosofia nova. Prediz que o mundo será melhor. Eu digo a ele que o mundo será melhor quando pessoas de índole duvidosa, de sua estirpe, resignarem-se à insignificância. Sorte é que estamos numa democracia e, quem sabe, no espaço de amanhã este senhor possa vir a público esclarecer sobre os R$ 4 milhões que o seu partido recebeu no famigerado mensalão. É que talvez amanhã o espaço seja do Zé Dirceu."
RENATO ALESSANDRO DA SILVA (São João da Boa Vista, SP)
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Criacionismo
"Pelo que escreveu o sr. Nivaldo Nunes de Oliveira ('Painel do Leitor', 3/12), ele demonstra completa falta de conhecimento sobre aquilo que critica e que já está mais que comprovado pela ciência.
Parafraseando o sr. Nivaldo: 'nem Cristo daria tanta credibilidade à Bíblia se tivesse conhecimento dela hoje'."
MARCUS ANDRÉ CATAFESTO DE SOUZA (Porto Alegre, RS)
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Vida e morte
"Parabéns Jacob Pinheiro Goldberg pelo artigo 'Vida e morte' ('Tendências/Debates', 5/12).
Voltaire já dizia: 'É muito bom envelhecer, mas o mais difícil é viver sobre ruínas'.
Imaginem, e ainda vivemos sem esperança. Cultuando e respeitando o ser humano com mais anos vividos, vamos tirar a palavra idoso, pois parece que nos discrimina mais e nos deixa muito mais velhos do que somos."
TEREZINHA DIAS ROCHA (São Paulo, SP)