Israel e Palestina
"Não precisa dizer mais nada. Basta ler o artigo do jornalista Clóvis Rossi ( Opinião, 31/12). Simples! Israel faz o que a Alemanha fez aos judeus no passado, e a ministra Merkel ainda apóia Israel, talvez por mea culpa."
ELITON ROA (Rio de Janeiro, RJ)
-
Crise
"Desde setembro, a crise econômica está em pauta mais pelo estardalhaço e por previsões do que realmente pelas verdadeiras conseqüências. Mesmo com a liberação de recursos por parte de governos estaduais e a União, o dilema que estamos vivenciando e que permanece dentro das empresas é o de 'demitir ou esperar os próximos meses'. Se o Brasil fosse um país sério, o governo e o Congresso estariam unidos na batalha para enfrentar a crise financeira que assola o mundo. Estariam todos unidos para apresentar as melhores soluções para manter as empresas e os empregos, tais como a redução dos juros e da carga tributária, reduzir as despesas do governo, medidas de controle e punição severa exemplar para combater a corrupção, a má administração pública, reajuste das aposentadorias para injetar dinheiro nas classes necessitadas e, ao invés de aumentar o número de vereadores, tornar o cargo não remunerado, como era antes de 1970. Assim conheceríamos realmente aqueles que querem ajudar a população nas cidades e o país!"
TURÍBIO LIBERATTO (São Caetano do Sul, SP)
-
Democracia
"Com grande satisfação li na Folha de 28/12 a entrevista do capitão do Exército Luis Fernando Ribeiro de Sousa. Ela torna evidente que a democracia, a partir de dentro mesmo das fileiras militares, pode funcionar como puro oxigênio. Mais do que isso, só a democracia é capaz de tirar das costas de toda uma geração o enorme peso de uma vintena de militares desvairados!"
PAULO SILVEIRA (São Paulo, SP)
-
Ditadura
"Com o título 'Ditadura' existe uma carta no 'Painel do Leitor' de 30/12 criticando a senhora Marli Hoeltgebaum por defender a Revolução de 64. Parabéns senhora Marli! Eu não perco as esperanças neste Brasil, porque a todo momento aparece uma pessoa esclarecida, sem ódio no coração e que tem a inteligência de, num turbilhão de acontecimentos, perceber aquilo que é mais importante. Naquela época, o mundo estava em guerra, era a Guerra Fria, verdadeiramente a Terceira Guerra Mundial. Os russos tiveram a ousadia de construir plataformas de ogivas atômicas em Cuba para intimidar os Estados Unidos. Era preciso escolher o lado que tomar. Aqui no Brasil havia muita gente encantada com avanço comunista no mundo todo. A União Soviética, a China e Cuba exportavam a ideologia e preparavam guerrilheiros para a conquista do poder. Não fosse a Revolução de 64, com seus erros e acertos, hoje viveríamos numa grande Cuba. Aqueles que não enxergam a um palmo à frente do nariz, ou tem interesses escusos ficam com muita dificuldade para compreender estas coisas."
SEBASTIÃO EULALIO DE OLIVEIRA LIMA (Brasília, DF)
