Israel x palestinos
"A conclamar a união árabe dos povos de todos os continentes neste tempo de massacre, resultaria uma força inabalável e indestrutível que alertaria as nações desenvolvidas para o genocídio sem precedentes, o qual o mundo assiste atônito, mas sem qualquer reação e de braços cruzados. A divisão em nada ajuda. Portanto, somente a junção de forças será capaz de evitar que vidas inocentes de civis paguem pelos erros de poucos."
YVETTE KFOURI ABRÃO (São Paulo, SP)
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"É fácil ler e entender a parcialidade de grande parte da imprensa quando o assunto é o sionismo. Na maioria das vezes os ataques de palestinos são noticiados como ações terroristas e quando a iniciativa é israelense o termo empregado é o relacionado com ações militares, deixando subentendido que Israel apenas defende seus cidadãos e que os ataques do Hamas são crimes de guerra contra a humanidade.
A invasão e implantação de Israel em terras palestinas não foi um crime contra a humanidade?
Israel é um país artificial criado para atender aos interesses de outras nações e com bases que o caracterizam como Estado terrorista, cuja 'inauguração' provocou os maiores crimes e desrespeitos aos direitos humanos que o mundo assistiu nas últimas décadas.
As bombas lançadas nos últimos dias sobre a população de Gaza, matando mais de 400 pessoas e ferindo outras 900, entre elas inúmeros civis inocentes, tratam-se apenas de um direito de defesa? Não, não é isso. Trata-se de um ato terrorista no completo conceito. É mais uma chacina imposta ao povo palestino e que vem ocorrendo sistematicamente desde a extorsão de suas terras após a Segunda Guerra.
Tais atos por parte de Israel vêm colaborando para uma mudança na opinião mundial sobre aquele Estado, que hoje é visto não apenas na equivocada compensação do holocausto judeu, mas também nas similaridades que atualmente trazem a estrela de Davi e a suástica de Hitler."
FABIANO SALIM (Brasília, DF)
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Lei seca
"A amostra triste dos inúmeros acidentes de trânsito nestas festas de fim de ano, causados pela embriaguez de motoristas irresponsáveis, demonstra mais uma vez que, quando as leis do país caem no relaxamento do cotidiano e da impunidade, voltamos à estaca zero.
A sociedade não pode mais pagar com suas vidas pelos erros humanos completamente evitáveis. Definitivamente concluo que não basta mexer no bolso do cidadão, precisa-se policiá-lo de perto feito criança, infelizmente!"
FILIPE LUIZ RIBEIRO SOUSA (São Carlos, SP)
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Cuba
"Cuba faz festa para comemorar os 50 anos da revolução. Festejar o quê? As mortes de milhares, decretadas pelo sanguinário Fidel, a 'democracia' e as eleições cubanas, o atraso cubano --e dos irmãos Castro, que não veem o que seu apego ao poder fez a seu país-- e a miséria do povo cubano? Isso é o retrato em HD do socialismo."
MÁRIO ALVES DENTE (São Paulo, SP)
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Educação
"A educação pública brasileira lamentavelmente é tratada --com menoscabo-- ao sabor de cor partidária política, ou do gosto do administrador público que comanda o ente municipal, estadual ou federal. Agora, o recém-empossado prefeito do Rio já vai mexer na estrutura da escola pública municipal. Com todo o respeito, parece até casa-da-mãe-joana. Mas não deveria ser assim se os políticos trabalhassem com mais seriedade, menos glamour em aparecer na vitrine do poder e mais responsabilidade com o gasto e com a produtividade da máquina pública.
É impressionante! Cada administrador público tem a sua forma particular de encarar a educação. E fica essa pouca-vergonha de o ensino público brasileiro não ter padrão de trabalho de continuidade em longo prazo, para ser cumprido por todos os governos. Dessa forma, falta planejamento de políticas públicas de longo prazo no país, sem matiz partidária política, para serem cumpridas, por lei, por todos os governos subsequentes."
JULIO CÉSAR CARDOSO (Balneário Camboriú, SC)
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Promessa de campanha
"A reportagem 'Kassab não cumpriu metade das promessas' (Cotidiano, 31/12) está, sim, repleta de erros, assim como a resposta dos autores à nossa carta. Um exemplo eloquente refere-se ao Fura-Fila. O texto dizia: 'Duas promessas-chave usadas à exaustão na eleição de 2004 ficaram no meio do caminho. A primeira: entregar 32 km do Fura-Fila (que se arrasta desde Pitta, há dez anos) (...) houve algum avanço com a entrega de 8 km, mas a realidade ficou bem longe da promessa'. Em verdade, a promessa de 2004 foi concluir a obra existente, que ia até o Sacomã. E isso, como a própria Folha publicou, foi feito em 2007. Transformar o Fura-Fila de 8 km no Expresso Tiradentes, de 32 km, foi uma decisão adotada depois de iniciada a gestão. Por intermédio desse exemplo, vale o ditado: pior que cometer um erro é não reconhecê-lo. Aliás, outra falsidade gritante, no quadro publicado na versão on-line da reportagem, foi afirmar que 'não foi implantado o programa de reforço e recuperação' para alunos com dificuldade. Implantado desde 2006, o programa beneficia milhares de alunos."
LEÃO SERVA, assessor de imprensa da prefeitura (São Paulo, SP)
