Israel x Palestina
"Ele escreveu um livro e ganhou um prêmio. Aparentemente, uma mente privilegiada. Ao ler o artigo do sr. Gustavo Ioschpe ('Tendências/Debates', 9/1) percebemos histeria, prepotência e muitas inverdades. E entendemos como o povo judaico isolou-se na sua histórica intolerância. A sensação de derrota e humilhação sentida pelo povo e o exército judeu quando da guerra contra o Hizbollah deve ter contribuído no excesso de bombardeios aéreos, com danos negativos para sua imagem aos olhos do mundo. Mas afinal o que importa o resto do mundo?"
MARCUS A.GUEDES (São Paulo, SP)
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"O limite do ser humano é a morte. A vida é preciosa. Quão enredado está Israel, lutando com o inimigo, um povo para quem matar um judeu é a glória e morrer nessa guerra é ainda melhor, arrastando consigo mártires, voluntários ou não, e conquistando a simpatia mundial para si e ódio para seu inimigo."
CLEUSA BORSATO DE LUCCA (Araraquara, SP)
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"As chocantes imagens de crianças mutiladas, mães e pais em desespero, no conflito do momento no Oriente Médio, transformam nossos primeiros dias do ano, que geralmente são cheios de esperança, em um vazio sem fim. Já se vê que dias piores virão."
RENATO ALESSANDRO DA SILVA (São João da Boa Vista, SP)
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"Muitos leitores não gostaram de ver o PT, o presidente Lula e alguns membros do atual governo assumirem uma posição a favor do povo palestino. Mas será que gostaram de ver os demais partidos políticos ficarem em cima do muro, ou talvez em baixo da cama? Será que são esses os tipos de partidos políticos que queremos para o nosso país? Omissos e passivos?"
HERMÍNIO SILVA JÚNIOR (São Paulo, SP)
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Stálin
"Stálin foi um grande líder soviético que, quando jovem, gostava de cantar e dançar. Um idealista que foi injustamente condenado pelo regime capitalista. Isso é o que diz o sr. Oscar Niemeyer ('Tendências/Debates', 9/1) sobre o 'açougueiro' Joseph Stálin, responsável pela morte de milhões de pessoas. Gostaria de saber, já que a Folha sempre cede espaço ao senhor Niemeyer, sua opinião sobre outros 'grandes líderes', como Pol Pot, Mao, Kim Il Sung, Enver Hoxha, todos seus 'camaradas'."
JOSUÉ LUIZ HENTZ (São João da Boa Vista, SP)
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Fralda
"A reportagem 'Hora de tirar a fralda' ( Equilíbrio, 8/1) evidência uma 'chamada ('o processo nunca deve ocorrer antes dos 18 meses') que é no mínimo equivocada e precipitada.
Como a reportagem revela, não há idade fixa para a retirada das fraldas, depende de cada criança e dos estímulos familiares; sendo a menina geralmente mais precoce.
Porém, não há sentido ou base científica para manter a fralda, por exemplo, de uma criança que aos 14 meses já tenha adquirido o controle miccional, pois não temos nenhum estudo com nível de evidências relacionando retirada precoce de fralda com enurese ou constipação."
MIGUEL ZERATI FILHO, chefe do Departamento de Urologia Pediátrica da Sociedade Brasileira de Urologia (São José do Rio Preto, SP)
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Pedágios
"Em esclarecimento ao comentário do leitor Silvio Carlos Ribeiro ('Painel do Leitor', 8/1), a Ecovias informa que mostra publicamente 'o que gasta e o que arrecada', através da publicação regular de seu balanço anual. A partir deste documento é possível saber, por exemplo, que a empresa já investiu nos 10 anos de concessão cerca de R$ 2,5 bilhões, até dezembro de 2008. Parte desses recursos, algo em torno de US$ 340 milhões, na construção da segunda pista da Rodovia dos Imigrantes, obra concluída em dezembro de 2002, cinco meses antes do prazo contratual.
Só no ano passado (2008), a Ecovias investiu R$ 184 milhões em obras de melhorias no Sistema Anchieta-Imigrantes, dentre estas, o viaduto Cecilio do Rego Almeida, no km 263 da Rodovia Cônego Domênico Rangoni, que eliminou o problema de travessia ferroviária em nível, obra no valor de R$ 46,7 milhões; e também entregou o dispositivo de entroncamento na Rodovia Padre Manoel da Nóbrega, km 285, criando uma passagem sob a pista que irá beneficiar o tráfego urbano no local, ao custo de R$ 28,7 milhões. Essas duas obras foram iniciadas e concluídas em 2008, atendendo a antigas reivindicações das populações vizinhas às rodovias.
A concessionária, assim, entende que cumpre rigorosamente todas as cláusulas de seu contrato de concessão, principalmente aquelas que exigem investimentos para modernização, ampliação e melhoria das rodovias, e que, de certa forma, representam o benefício do retorno da arrecadação obtida com a cobrança dos pedágios --base do modelo de concessão das rodovias à iniciativa privada."
JOÃO SCHLEDER, assessor de Comunicação Empresarial da Ecorodovias (São Paulo, SP)
