Eliane Cantanhêde
Quem dá mais?
Os tucanos se descabelaram (ou se deplumaram?) na eleição municipal em São Paulo pelo apoio do DEM em 2010. Mas, enquanto o DEM vai ladeira abaixo, o partido com mais prefeituras e que continua se fortalecendo nacionalmente é outro: o PMDB.
De acordo com a Confederação Nacional de Municípios, o PMDB é hoje o partido que mais comanda prefeituras em 14 Estados, seguido pelo PSDB (4). Os demais, como o PT e o PSB, em dois cada um.
Além disso, o PMDB avançou em número de prefeituras no Acre, no Amazonas, na Bahia, em Goiás, no Mato Grosso do Sul, no Pará, na Paraíba e no Rio Grande do Norte, considerados os resultados de primeiro turno.
Em contrapartida, só perdeu no Maranhão dos Sarney (que são peemedebistas) e no Paraná e no Rio de Janeiro, dos governadores Roberto Requião e Sérgio Cabral. Mesmo assim, o pemedebista Eduardo Paes chegou em primeiro lugar ao segundo turno, muito pela força de Cabral.
Há também o caso muito particular de Belo Horizonte, onde o peemedebista Leonardo Quintão deu um suadouro surpreendente no candidato favorito, Márcio Lacerda (PSB), apadrinhado do governador Aécio Neves (PSDB) e do prefeito Fernando Pimentel (PT).
O caso mais emblemático sobre o jogo que o PMDB deverá jogar em 2010, porém, talvez esteja na Bahia, onde o maior beneficiário do vácuo deixado pelo "rei da Bahia", Antonio Carlos Magalhães, morto em 2007, está sendo o ministro Geddel Vieira Lima.
Geddel é bom político, esperto e experiente, e não brinca em serviço. Avançou sobre as bases baianas no interior e fincou bandeira na capital, onde o prefeito João Henrique (PMDB) chegou ao fim do primeiro turno na frente do petista Walter Pinheiro e deixou o jovem e certamente promissor ACM Neto (DEM) fora da disputa desta vez.
Geddel é o exemplo pronto e acabado do PMDB: outrora aliado ferrenho de Fernando Henrique Cardoso e José Serra, é atualmente aliado ferrenho de Luiz Inácio Lula da Silva, que lhe deu, inclusive, um ministério.
Tal como seu partido, Geddel pode ir para um lado ou para outro, tem liderança, tem capilaridade, tem esperteza política. Só que... nada é de graça nesse mundo. O PMDB é daquelas noivas que exigem um dote considerável.
O tucano José Serra vem sendo, com justiça, saudado como o maior vencedor individual dessas eleições depois de ser o articulador da candidatura e da campanha de Gilberto Kassab (DEM), que chegou em primeiro na principal capital do país. Mas, depois de garantir o DEM, ele vai ter que rodar a baiana para tentar atrair o PMDB.
Seu adversário nessa arena será, nada mais nada menos, Luiz Inácio Lula da Silva. Aquele que tem o Bolsa Família, o PAC (Plano de Aceleração do Crescimento) e 80% de popularidade...
Até 2010, haverá um disputadíssimo leilão pelo PMDB.
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Eliane Cantanhêde é colunista da Folha, desde 1997, e comenta governos, política interna e externa, defesa, área social e comportamento. Foi colunista do Jornal do Brasil e do Estado de S. Paulo, além de diretora de redação das sucursais de O Globo, Gazeta Mercantil e da própria Folha em Brasília. E-mail: elianec@uol.com.br |

Assim nasce a história contemporanea do Brasil.
Como nossos politicos (politiqueiros) fazem um Estado inconsequente e irresponsavel, com burocracia, inventada criada para gerar estruturas solidas como sustentaculos da corrupção.
E assim se faz um Estado Aristocratico, de dar inveja a qualquer sistema totalitario do Universo, ou aos grandes senhores Feudais donos de escravos e seus latifundios, imprestaveis, ou se prestando para tirarem dinheiro do Estado inconsequente, corrupto e totalmente oportunista.
Esse é o atual o hoje do Estado Brasileiro, tambem foi ontem, e antes de ontem tambem, e quem algum dia tentou terminar com o Poder da Aristocracia como Getulio Vargas eles matão, cruelmente e comem seu coração, como se fossem algozes do mal.
E se um dia Bandeiras de liberdade se levantaram para por fim aos privilégios de uma escravidão, tambem as pessoas os herois os valentes farropilhas, foram assassinados, não eles! mas covardemente suas mulheres e filhos, porque covardes não lutam com homens os detroem destruindo o bem mais grandioso de um homem sua familia.
Hoje, o amanhã os ventos são frios e gelidos, congelo nosso sangue e somos levados por sistemas que portegem os donos do Poder.
O Poder tem interesses, os donos se interagem para lucrar, para sugar todo o sangue de uma Nação que está sendo destruida, ou não é destruir aceitar a violencia de mais de 40.000 mil homicidios por ano.
Não dar oportunidade para dignidade, é destruir!
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Muito Grato.
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Também verificando título de matérias na folha online, vejo que foi feita menção a ela(vigília), onde os senadores Paulo Pain, Mão Santa, Mário Couto e José Neri entre outros, se revesarão até as 06h00 de amanhã(19/11) com pronunciamentos na defesa dos aposentados.
Realmente há uma necessidade de recomposição de seu valor, assim como a extinção do fator previdenciário, pelo qual o benefício do INSS sofre uma redução em relação ao valor base de cálculo das contribuições.
A alegação do governo é que não possui recursos, entretanto para socorrer empresas que possivelmente não souberam se administrar ou assumiram compromissos além de suas possibilidades não está faltando, motivo que nos leva a uma indignação.
Porque dois pesos e duas medidas, vale então a pena contribuir para o INSS ou não será melhor optar por uma previdência privada, são dois gumes cortantes, que não se sabe qual a melhor opção, pois na previdência privada existe o problema da garantia e respectiva gestão dos recursos.
Resumindo, ser aposentado neste país é uma questão de insegurança.
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