Eliane Cantanhêde
Golpe baixo
A campanha de São Paulo enveredou por caminhos surpreendentes -- e preocupantes.
Quando uma psicóloga e sexóloga como Marta Suplicy aceita e avaliza uma insinuação grosseira de homossexualismo contra seu opositor, entra-se numa guerra sem limites éticos, políticos, minimamente civilizados.
Logo ela, Marta, mulher que cresceu na política e se tornou nacionalmente conhecida justamente por defender causas nobres, como a igualdade e o respeito à liberdade de opção sexual. Logo ela, Marta, que tem um comportamento de vanguarda e, por isso, tem sido vítima de preconceito. Como alguém que sofre preconceito pode recorrer a preconceito contra um adversário político? É inaceitável.
Marta deu um exemplo de coragem pessoal e política ao se separar de uma figura admirada como o senador Eduardo Suplicy, já na condição de prefeita da principal capital do país. Foi educativo, uma mensagem clara de que aos políticos devem se cobrar decisões e resultados que visem o bem comum, não decisões de foro íntimo, decisões puramente pessoais.
Se Marta teve essa função educativa como prefeita, agora deseduca e confunde ao fazer justamente o oposto, cobrando de seu opositor, não compromissos e decisões que visem o bem comum, mas explicações sobre sua vida privada, íntima, que a ninguém interessa.
Foi um erro de campanha desses que custam caríssimo, porque o preço não vem apenas nas urnas, nos votos. O preço fica carimbado em biografias para sempre, não nas dos "estrategistas", mas na do candidato, ou da candidata. Campanhas passam, biografias ficam. Será que valeu a pena?
COMO REFLEXÃO: Ok que as maiores potências precisavam, efetivamente, socorrer os seus bancos para evitar um colapso financeiro planetário. Mas a pergunta que não quer calar é: e se essas mesmas potências despejassem os mesmos US$ 2,5 trilhões (mais do dobro do PIB anual do Brasil) em gente? Ou seja, em educação, saúde, saneamento, alimentação? O mundo talvez ficasse muito melhor, e dependendo muito menos dos bancos.
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Eliane Cantanhêde é colunista da Folha, desde 1997, e comenta governos, política interna e externa, defesa, área social e comportamento. Foi colunista do Jornal do Brasil e do Estado de S. Paulo, além de diretora de redação das sucursais de O Globo, Gazeta Mercantil e da própria Folha em Brasília. E-mail: elianec@uol.com.br |

Assim nasce a história contemporanea do Brasil.
Como nossos politicos (politiqueiros) fazem um Estado inconsequente e irresponsavel, com burocracia, inventada criada para gerar estruturas solidas como sustentaculos da corrupção.
E assim se faz um Estado Aristocratico, de dar inveja a qualquer sistema totalitario do Universo, ou aos grandes senhores Feudais donos de escravos e seus latifundios, imprestaveis, ou se prestando para tirarem dinheiro do Estado inconsequente, corrupto e totalmente oportunista.
Esse é o atual o hoje do Estado Brasileiro, tambem foi ontem, e antes de ontem tambem, e quem algum dia tentou terminar com o Poder da Aristocracia como Getulio Vargas eles matão, cruelmente e comem seu coração, como se fossem algozes do mal.
E se um dia Bandeiras de liberdade se levantaram para por fim aos privilégios de uma escravidão, tambem as pessoas os herois os valentes farropilhas, foram assassinados, não eles! mas covardemente suas mulheres e filhos, porque covardes não lutam com homens os detroem destruindo o bem mais grandioso de um homem sua familia.
Hoje, o amanhã os ventos são frios e gelidos, congelo nosso sangue e somos levados por sistemas que portegem os donos do Poder.
O Poder tem interesses, os donos se interagem para lucrar, para sugar todo o sangue de uma Nação que está sendo destruida, ou não é destruir aceitar a violencia de mais de 40.000 mil homicidios por ano.
Não dar oportunidade para dignidade, é destruir!
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Muito Grato.
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Também verificando título de matérias na folha online, vejo que foi feita menção a ela(vigília), onde os senadores Paulo Pain, Mão Santa, Mário Couto e José Neri entre outros, se revesarão até as 06h00 de amanhã(19/11) com pronunciamentos na defesa dos aposentados.
Realmente há uma necessidade de recomposição de seu valor, assim como a extinção do fator previdenciário, pelo qual o benefício do INSS sofre uma redução em relação ao valor base de cálculo das contribuições.
A alegação do governo é que não possui recursos, entretanto para socorrer empresas que possivelmente não souberam se administrar ou assumiram compromissos além de suas possibilidades não está faltando, motivo que nos leva a uma indignação.
Porque dois pesos e duas medidas, vale então a pena contribuir para o INSS ou não será melhor optar por uma previdência privada, são dois gumes cortantes, que não se sabe qual a melhor opção, pois na previdência privada existe o problema da garantia e respectiva gestão dos recursos.
Resumindo, ser aposentado neste país é uma questão de insegurança.
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