Veja os últimos podcasts da Thaís Nicoleti de Camargo:
"Entre eu e você" ou "Entre mim e você"?; ouça Thaís Nicoleti
Segundo a norma culta da língua portuguesa, depois das preposições, empregamos as formas tônicas dos pronomes pessoais do caso oblíquo, ou seja, usa-se "mim" no lugar de "eu" e "ti" no lugar de "tu".
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"Aficcionado" ou "aficionado"?; ouça Thaís Nicoleti
Algumas palavras freqüentemente são alvo de confusão: aficcionado ou aficionado? Xipófago ou xifópago? O nome da embalagem de inseticidas, desodorantes e tintas, por exemplo, é aerossol, com dois "esses", não "aerosol".
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O emprego correto da construção "previsto para"; ouça Thaís Nicoleti
A imprensa nem sempre trabalha com o fato consumado. Muitas vezes, é preciso anunciar aquilo que está para acontecer: um espetáculo que vai estrear, uma obra que deverá ou não terminar dentro do prazo estipulado, um livro que deverá ser lançado em determinada data.
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Concordância verbal nem sempre é camisa-de-força; ouça Thaís Nicoleti
A concordância verbal pode ser flexível. Em alguns casos, há mais de uma opção de construção e, às vezes, é o bom senso que determina o melhor uso.
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Advérbio "sequer" é mal utilizado; ouça Thaís Nicoleti
A palavra "sequer" nem sempre é bem utilizada. Parece que boa parte das pessoas tem a impressão de que essa palavra tem sentido negativo, o que é um equívoco. "Sequer" é um sinônimo de "ao menos".
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Competência e atribuição; ouça Thaís Nicoleti
Desde que a Operação Satiagraha foi deflagrada pela Polícia Federal, o banqueiro Daniel Dantas foi preso e solto mais de uma vez. Em meio a essas circunstâncias, o ministro da Justiça, Tarso Genro, disse, em entrevista à Folha, que considerava difícil Dantas provar ser inocente.
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Muita atenção ao uso do advérbio "onde"; ouça Thaís Nicoleti
A palavra "onde" é um advérbio e sempre está associada a uma expressão de lugar. "Onde você esteve ontem?", ou seja, "Em que lugar você esteve ontem?"
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"Vamos desaprender regras antigas"; Thaís Nicoleti fala sobre reforma ortográfica
O acordo de unificação ortográfica da língua portuguesa nos países integrantes da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) tem como principal argumento, em favor da reforma, a possibilidade de produzir documentos oficiais em uma só versão, que até então eram duplicados em virtude das diferenças ortográficas entre o português do Brasil e o português lusitano.
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Não confunda "bisonho" com "bizarro"; ouça Thaís Nicoleti
Compreender o significado das palavras é importante para que deslizes não sejam cometidos na hora de se expressar, nesse momento um erro pequeno pode trazer um grande desconforto.
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Como concordar o artigo com expressões numéricas; ouça Thaís Nicoleti
A concordância com expressões numéricas gera algumas dúvidas. Os artigos que antecedem, por exemplo, as palavras "milhares", "milhões" e "centenas" não dependem do termo posterior a elas.
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Em sua origem, a palavra "formidável" significava "aterrador"; ouça Thaís Nicoleti
O tema deste podcast é formidável! Uma piada formidável é uma piada muito engraçada. Um argumento formidável é um argumento excelente. Um espetáculo formidável é grandioso. Uma pessoa formidável é uma pessoa ótima.
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Você sabe o que é uma "preterição"?; ouça Thaís Nicoleti
A língua portuguesa dispõe de recursos estilísticos para tornar a emissão da mensagem ainda mais expressiva. As figuras de linguagem são usadas freqüentemente pelos falantes, mas nem sempre são percebidas.
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Nem sempre ocorre crase na indicação de horas; ouça Thaís Nicoleti
A crase é um dos temas gramaticais que mais suscitam dúvidas. Embora o conceito seja bastante simples --o fenômeno ocorre quando há sobreposição de duas vogais semelhantes (hoje só ocorre com dois "as") --, os casos que envolvem o problema só se resolvem com o conhecimento da regência e do uso dos artigos.
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Agradecer "ao" ou "pelo" convite? ouça Thaís Nicoleti
Os verbos transitivos diretos requerem como complementos os pronomes átonos "o", "a", "os", "as". Por esse motivo, o correto é "ajudou-o", não "ajudou-lhe" e "beneficiou-o", não "beneficiou-lhe", por exemplo.
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"Este" ou "esse"? E agora? Ouça Thaís Nicoleti
O uso dos pronomes demonstrativos costuma vir acompanhado de dúvidas para quem escreve. Afinal, quando se devem empregar as formas este ou esse? Existe diferença entre uma e outra?
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Considerar idêntica regência de sinônimos é errado; ouça Thaís Nicoleti
É comum a dúvida sobre o emprego dos pronomes átonos. Afinal, o correto é "favoreceu-lhe" ou "favoreceu-o", "beneficiou-lhe" ou "beneficiou-o", "ajudou-lhe ou ajudou-o"?
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Tiradentes é o pretexto para dicas sobre flexão dos substantivos compostos
Joaquim José da Silva Xavier ficou conhecido como Tiradentes por causa de uma das atividades que exerceu. Além de minerador, comerciante e militar, ele foi dentista. Em sua época, longe das técnicas de que dispõem hoje, os dentistas muitas vezes reduziam seu ofício àquilo que diz o nome: tirar dentes.
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Você está usando corretamente o modo imperativo?
"Fulano, faz um favor para mim!" ou "Fulano, faça um favor para mim!"? Assim, fora de um contexto, as duas frases estão corretas, porque as formas "faz" e "faça" podem ser imperativo. O problema surge quando se explicita o tratamento dado ao interlocutor, que pode ser de terceira pessoa ("você" e os demais pronomes de tratamento) ou de segunda ("tu").
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Como usar corretamente a construção "previsto para"?
Hoje se vêem muito freqüentemente na imprensa construções do tipo "O espetáculo está previsto para estrear amanhã" ou "A reunião está prevista para terminar às dez horas". Essas formulações estão, entretanto, imprecisas, porque algum fato só pode estar previsto para algum momento ou para alguma data.
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Como escrever a palavra "xerox"; ouça Thaís Nicoleti
Há pronúncias na língua portuguesa que, volta e meia, são objeto de dúvida. "Xérox" ou "xerox"? Afinal, deve-se ou não acentuar essa palavra?
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