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07/04/2008 - 10h52

Juizados especiais em aeroportos deveriam ser mantidos

da Folha Online

Os Juizados Especiais Cíveis de Conciliação dos aeroportos de Congonhas, em São Paulo, e Cumbica, em Guarulhos (região metropolitana), vão funcionar somente por mais um mês.

Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Pro Teste, colunista da Folha e responsável por um blog da Folha Online, diz que os postos deveriam ser mantidos nos locais, pois eles agilizam o encaminhamento de reclamações dos que aguardam para viajar ou dos que chegam e não encontram as suas bagagens.

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Maria Inês Dolci

A representante da Pro Teste fala sobre a importância da continuidade do atendimento nos aeroportos, pois os juizados são aliados do direito do consumidor.

"Durante o período dos caos aéreo, esta experiência da justiça foi muito positiva e trouxe resultados mais rápidos, apesar de haver empresas que não fizeram acordo, apostando na lentidão da justiça para empurrar os problemas ao invés de solucioná-los", declara a colunista.

Maria Inês Dolci afirma que os juizados atenderam aproximadamente 4 mil passageiros, desde outubro de 2007. Ela também explica que a existência de vários canais para o envio de pendências é benéfica para o consumidor.

"Por mais que os acordos não tenham superados os 23%, ainda sim deveriam ser mantidos permanentemente", afirma a advogada.

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