Oswaldo Aranha é motivo de orgulho para comunidade judaica
da Folha Online
O diplomata brasileiro Oswaldo Aranha (1894-1960) presidiu a Assembléia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), em 29 de novembro de 1947, quando foi decidido a partilha da Palestina em dois estados, um árabe e outro judeu.
Jack Terpins, presidente da Conib (Confederação Israelita do Brasil) e do Congresso Judaico Latino-Americano, diz que Oswaldo Aranha orgulha os judeus brasileiros por seu destaque na decisão sobre a criação do Estado de Israel, que se tornaria realidade no ano seguinte.
De acordo com o presidente da Conib, o pós-guerra fez com que Israel existisse e sua fundação acolheu um povo sem pátria, mas que se encontrou. "Israel foi uma grande festa para os nossos avós que aqui viviam. Eles conseguiram ter um lugar que poderiam ir", declara Terpins.
Segundo Terpins, o Estado de Israel é um porto seguro para o povo judeu, que foi perseguido em toda a história da humanidade. Ele conta que desde a época da Inquisição os judeus se refugiavam no Brasil.
"O Brasil acolheu muitos nossos avós e pais fugidos da guerra ou por qualquer outra razão. Sempre uma imigração muito forçada, nunca uma imigração voluntária", afirma.
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Temo pelas novas gerações de políticos que estão chegando, que não fomentam o mesmo sentimento patriótico como foram os de G.Meir, Gurion, Begin, e outros.
Creio que daí para frente o sentimento genuino patriótico Israelense se manifestará no seio dos judeus ortodoxos. Serão eles que manterão firme a convicção de que o Israel moribundo, ou nômade acabou.
Desde a antiguidade a fé judaica nunca esteve tão forte como nesses últimos dias.
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(...) FORTALECE (...) e ( ... ) MAIOR número de vítimas...
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Assim, este atual governo de Israel, certifica a todos que a guerra contra o Líbano em 2006, foi totalmente desnecessária, ceifando vidas e destruindo famílias de ambos os lados.
Receberam seus dois soldados mortos e libertaram um assassino frio que em 1979 matou o pai a queima roupa e sua filha esmagou a cabeça com seu rifle contra uma pedra. Uma menina de 4 anos.
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Agora é recebido no Líbano como um herói, fortale-se a oposição contra Israel e dificulta eventuais e futuros acordos de paz.
Triste fim para ambos os lados, mas nessa Israel levou a pior, embora o número de vítimas tenha sido do lado libanês.
Que venha logo o Messias prometido, para por fim a todos esses flagelos.
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