Vices de Obama e McCain podem ajudar na conquista de votos; ouça Gilberto Sarfati
da Folha Online
As pesquisas americanas revelam que o senador Barack Obama tem até 55% das preferências eleitorais nos EUA. No entanto, a disputa das eleições ainda está distante de qualquer definição.
As informações são Gilberto Sarfati, mestre em relações internacionais pela Universidade de Jerusalém, doutor em Relações Internacionais pela USP (Universidade de São Paulo) e professor de relações internacionais na ESPM (Escola Superior de Propaganda em Marketing).
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Segundo ele, o que conta nos EUA não é o voto popular e sim vencer em cada um dos Estados norte-americanos. "O que a gente consegue observar é que o Obama ganha em tradicionais Estados democratas, como, por exemplo, a Califórnia, que conta muito no resultado final da eleição. Mas o John McCain é bastante popular nos Estados centrais dos EUA, como, por exemplo, o Texas, o Kansas, Oklahoma, Nebraska, Dakota do Norte e Dakota do Sul.
O professor afirma que a competição mais difícil será nos Estados onde ainda não está definida a preferência pelos candidatos, como em Virgínia, Missouri, Michigan e na Flórida, o mais importante dentre esses.
"O que é bastante interessante é que exatamente a Flórida definiu a eleição entre o George W. Bush e o Al Gore e, de novo, ele deve ser um Estado bastante importante nessa disputa", explica.
De acordo com Sarfati, os dois candidatos vão ficar muito atentos quando escolherem seus candidatos a vice para tentarem identificar quem pode ajudar a ganhar os votos necessários nos locais onde não está decidida a preferência da população.
O professor diz que uma das estratégias fundamentais dos candidatos é conseguir votos entre a população latina.
"O McCain leva vantagem, sempre teve popularidade entre os latinos. O Obama tem uma popularidade baixa entre os latinos e vai precisar de um candidato que ajude a rebanhar esses votos em especial", declara.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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