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01/07/2008 - 09h19

Vices de Obama e McCain podem ajudar na conquista de votos; ouça Gilberto Sarfati

da Folha Online

As pesquisas americanas revelam que o senador Barack Obama tem até 55% das preferências eleitorais nos EUA. No entanto, a disputa das eleições ainda está distante de qualquer definição.

As informações são Gilberto Sarfati, mestre em relações internacionais pela Universidade de Jerusalém, doutor em Relações Internacionais pela USP (Universidade de São Paulo) e professor de relações internacionais na ESPM (Escola Superior de Propaganda em Marketing).

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Gilberto Sarfati

Segundo ele, o que conta nos EUA não é o voto popular e sim vencer em cada um dos Estados norte-americanos. "O que a gente consegue observar é que o Obama ganha em tradicionais Estados democratas, como, por exemplo, a Califórnia, que conta muito no resultado final da eleição. Mas o John McCain é bastante popular nos Estados centrais dos EUA, como, por exemplo, o Texas, o Kansas, Oklahoma, Nebraska, Dakota do Norte e Dakota do Sul.

O professor afirma que a competição mais difícil será nos Estados onde ainda não está definida a preferência pelos candidatos, como em Virgínia, Missouri, Michigan e na Flórida, o mais importante dentre esses.

"O que é bastante interessante é que exatamente a Flórida definiu a eleição entre o George W. Bush e o Al Gore e, de novo, ele deve ser um Estado bastante importante nessa disputa", explica.

De acordo com Sarfati, os dois candidatos vão ficar muito atentos quando escolherem seus candidatos a vice para tentarem identificar quem pode ajudar a ganhar os votos necessários nos locais onde não está decidida a preferência da população.

O professor diz que uma das estratégias fundamentais dos candidatos é conseguir votos entre a população latina.

"O McCain leva vantagem, sempre teve popularidade entre os latinos. O Obama tem uma popularidade baixa entre os latinos e vai precisar de um candidato que ajude a rebanhar esses votos em especial", declara.

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Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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