Entidades negociam como ressarcir usuários do Speedy; ouça advogada
da Folha Online
A Telefônica divulgou um comunicado no final de semana em que pede desculpas à população do Estado de São Paulo e aos seus clientes pelos transtornos causados com a pane ocorrida na última quarta (2) e quinta-feiras (3). O problema afetou serviços públicos essenciais, já que interrompeu o serviço de transmissão de dados de acesso à internet de diversos órgãos governamentais.
As informações são de Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Pro Teste, colunista da Folha e responsável por um blog da Folha Online. Ouça outros podcasts com a participação da advogada.
Para Dolci, "respeito ao consumidor é algo que se conquista com ações do dia-a-dia". Ela defende a criação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) dos provedores de acesso à internet para verificar os motivos pelos quais o serviço é tão ruim.
A coordenadora lembra ainda que a Telefônica já foi alvo de diversas críticas. "Como a empresa, desde que se instalou no país, tem liderado as reclamações das entidades de defesa do consumidor, é grande a indignação quando surgem problemas como esse".
A advogada questiona o fato de grande parte dos serviços públicos essenciais estarem à mercê de um só provedor. "No mínimo, precisaria haver mais um para as emergências", defende.
A colunista conta que, segundo especialistas, existe o risco de ocorrerem novas panes. Isto devido à "velocidade da expansão da demanda e porque se desconhece a atual capacidade da rede de transmissão de dados".
Dolci informa que a Telefônica garante que não haverá cobrança referente ao período. Mas a empresa e entidades de defesa do consumidor ainda negociam formas de ressarcir os usuários do Speedy pelos prejuízos causados.
"Hoje, em nova rodada de negociação, haverá uma tentativa de fechar um abatimento nas mensalidades que vá além das horas durante as quais o serviço ficou interrompido. Isto porque, além de não poderem utilizar os serviços, muitas pessoas enfrentaram problemas de difícil comprovação", diz a advogada.
A proposta apresentada pela empresa de telefonia na primeira reunião ficou muito aquém do razoável, segundo a colunista. Segundo ela, um mecanismo para receber as demandas dos que sofreram danos materiais, e tenham como comprová-los, está sendo negociado. "A expectativa é que esse ressarcimento possa ser acertado diretamente com empresas, sem a necessidade de acionar a Justiça", conclui.
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Especial


O Carrefour por exemplo, pratica inúmeros golpes nos consumidores relegados a segundo plano. Vítimas constantes não conseguem se livrarem das investidas fulminantes, seja pagando taxas ocultas, ou as tais de manutenção cada vez que é emitido o extrato mensal de compras. O tratamento aos clientes em sua loja central da capital do Amazonas, está visível no desconforto sem ar-condicionado, nas embalagens dos saquinhos plásticos para transporte do que é comprado no estabelecimento e nas vendas de alguns produtos sem o respaldo de garantia da qualidade.
Casos existem : Como o da compra por parte de um cliente do, nobreak da marca forceline, usado! Embora fosse embalado normalmente como novo. Fato ocorrido a pouco mais de um mês. O equipamento foi detectado como defeituoso em não aceitar recarga, no décimo oitavo dia de uso. O parecer da loja foi de não realizar a troca. A fábrica enviou as peças do reparo para a assistência técnica.
A C & A é outra que cobra taxas e serviços embutidos e os coloca no extrato das compras mensais. Numa armadilha que envolve os menos atentos que acabam pagando pelos serviços não contratados. É preciso tomar medidas urgentes para coibir esses atentados aos consumidores.
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