Argentina vai criar comitê para acompanhar crise mundial; ouça
da Folha Online
A presidente argentina, Cristina Kirchner, insistiu nas últimas semanas que a crise financeira mundial não vai atingir o país. Ela afirmou que a economia da Argentina está sólida e segura e até deu conselhos para que os Estados Unidos resolvam os seus problemas. "Mas, os sinais do governo, mostram outra coisa."
As informações são de Adriana Küchler, correspondente da Folha na Argentina e responsável pelo blog Tangos e Tragédias da Folha Online. Ouça outros podcasts com a participação da jornalista.
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Segundo Küchler, a Argentina estréia nesta semana um comitê de crise formado pelos responsáveis por organismos como Ministério de Economia, Banco Central e a Secretaria de Finanças. "O objetivo desse grupo é acompanhar com detalhes a crise mundial e os efeitos que ela pode ter por aqui."
Uma das maneiras como a economia argentina pode ser afetada mais diretamente pela crise é com a queda do preço internacional das commodities, principalmente a soja, afirma a jornalista. Ela explica que a queda no preço desse grão representa uma menor arrecadação e também um menor superávit do governo argentino, que tem nos impostos sobre a exportação de grãos umas das suas principais fontes de renda.
"Para resolver esse problema, o governo argentino estaria estudando um pacote de medidas para conter os gastos, aumentar o caixa e assim tentar garantir um futuro mais tranqüilo. Entre as medidas estariam a redução de subsídios e o aumento de tarifas públicas", diz a correspondente.
A jornalista relata que os empresários argentinos estão muito preocupados. Eles pediram uma reunião de emergência com o governo para discutir medidas para enfrentar a crise e não perder a competitividade, principalmente em relação ao Brasil. "É que a desvalorização do real pode facilitar uma maior entrada de produtos brasileiros no país. Há também uma preocupação regional em relação à crise."
Na segunda-feira, Cristina Kirchner discutiu o tema com a presidente do Chile, Michelle Bachelet. Segundo Bachelet, a Unasul (União de Nações Sul-Americanas) deve criar mecanismos de resposta a crises como essa, conclui a correspondente.
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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No meu entendimento o Petrolio e principalmente o alcool com uma demanda maior e mais consumida com relaçao as pesquisa e a alma da economia, pois dependemos dele para tudo, transporte, saude, segurança, trabalho, lazer, alimentos, preços, principalmente a infraçao,etc. dependemos dele pra tudo. No entanto deve ser melhor monitorado e ate mesmo tabelado, para que nao haja abuso como esta tendo, hoje cada cidade cobra o que quer, precisamos de um controle mais energico pela parte do governo, e que este governo olhe mais para nosso mercado.
um abraço a todos leitores da folha.
Pedro Rocha
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