Brasil vai se recuperar rapidamente dos efeitos da crise; ouça Alberto Pfeifer
VANESSA TEODORO
da Folha Online
Nesta segunda-feira, a Bolsa paulista teve um dia histórico, fechando em alta de 14,66%. A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) mantém o ritmo de recuperação nesta terça-feira, mas de forma mais moderada, a reboque do otimismo dos investidores com os "pacotes" de resgate financeiro dos governos europeus e americano.
Alberto Pfeifer, diretor-executivo do Ceal (Conselho Empresarial da América Latina), diz que devido à crise econômica, será necessário conviver com a instabilidade nos mercados financeiros até que se encontre níveis de equilíbrio nos preços afetados, o que pode levar aproximadamente dois anos. A situação, porém, propicia que novas empresas ou países que ainda não são centrais, fora do eixo EUA-Europa-Ásia, conquistem maiores espaços na economia global.
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"Creio que a China tenha condições de sair bem dessa crise. Ela pode fazer valer as suas reservas pra estabelecer uma posição mais forte no mundo", explica.
De acordo com Pfeifer, o sistema bancário brasileiro continua com "alguma vitalidade". Para ele, o Brasil tem uma economia sofisticada, que vai sentir o impacto da crise, mas terá condições de se recuperar rapidamente.
"Temos um mercado doméstico em crescimento, em estabilização, demograficamente falando. Portanto, as condições para o Brasil não são ruins. Não posso dizer que são boas, porque as perspectivas eram melhores há poucas semanas, mas não são catastróficas como algumas pessoas têm ditado", avalia.
O setor real das economias permanecerá funcionando, ajustando suas expectativas às novas relações dos preços. "Os consumidores continuarão consumindo e os produtores continuarão produzindo. Eu não vejo o caminho de uma depressão global persistida, uma grande crise perene de capitalismo", afirma.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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