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20/11/2008 - 16h56

Fusão entre bancos aumenta disponibilidade de crédito na economia; ouça professor

da Folha Online

O Banco do Brasil, que até agora era o quarto no ranking em número de agências em São Paulo, passara à liderança após a fusão com as unidades da Nossa Caixa. O banco federal anunciou nesta quinta-feira a aquisição do controle da instituição estadual por R$ 5,438 bilhões.

José Luís Oreiro, professor de economia da UnB (Universidade de Brasília) e especialista em teoria macroeconômica, diz que a negociação entre os bancos é mais um passo da consolidação do sistema bancário brasileiro para aumentar a solidez.

José Luís Oreiro

"A fusão do Banco do Brasil com a Nossa Caixa vai criar um grande banco público que possa não só contrarrestar o poder de mercado do mega banco privado, que é o Itaú com o Unibanco, como também vai atuar decisivamente no sentido de aumentar a disponibilidade de crédito e assim resolver o problema da falta de crédito que a economia brasileira vive atualmente", avalia o economista.

O Banco do Brasil negocia ainda a compra do BRB (Banco Regional de Brasília) e de metade do banco Votorantim, de propriedade da família Ermírio de Moraes. Caso concretize esses negócios, poderá voltar a ser a maior instituição financeira do país. a instituição aprovou a compra do Banco do Piauí.

Unibanco e Itaú anunciaram no começo do mês a fusão de suas operações financeiras, o que formará o maior banco do país e o maior grupo financeiro do Hemisfério Sul. A união é resultado de 15 meses de negociação.

Comentários dos leitores
Camilo Perez Garcia (5) 18/11/2009 22h52
Camilo Perez Garcia (5) 18/11/2009 22h52
Será que não é possível "Privatizar" os políticos??
O segredo é o seguinte : valer eles não valem nada, então ai existe uma chance enorme do BRASIL enriquecer, é ´só vendê-los pelo preço que eles dizem que valer, devemos pensar a esse respeito. Ai haverá chance de ganhar uma boa grana e poderemos saber onde será aplicada, investida,
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Eduardo Giorgini (408) 18/11/2009 22h12
Eduardo Giorgini (408) 18/11/2009 22h12
É um mal pensar que por causa de um indivíduo ser concursado, ele é extremanente útil e diferenciado à outros cargos.
Cargo público em excesso e estabilidade contribui para o marasmo que o país é.
Infelizmente essa mentalidade do funcionario publico esta chegando às universidades federais. Agora tudo é cargo para ficar no sossego e estabilidade, não querem e nao gostam de dar aulas. Inicio do sulcateamento do que antes era razoável.
Brasil é um país muito louco e sem foco.
[]s
Eduardo.
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Luís R (3) 18/11/2009 19h22
Luís R (3) 18/11/2009 19h22
Claro que os func, da Nossa Caixa, na sua grande parte, não se caracterizam como usufrutuários de cabides de emprego, como sugeriu um comentário anterior. Mas sabemos que há sim muitos departamentos desnecessários nestes e noutros bancos estatais, acomodando um número grande de funcionários que estão lá porque não há vontade nenhuma de qualquer gestor em mudar a situação. Muita burocracia, a máquina trabalhando para si mesma. Muito cargo de diretor, superintendente, gerente de divisão, gerente geral, etc. Muitas reuniões de faz de conta, muito desperdicio do dinheiro público. São mesmo verdadeiras ilhas da fantasia. Privatize todos os estatais e veremos que o gestor particular terá maior competencia para administrar sem desperdicios. Ainda certamente recolherá maior volume de impostos como vimos acontecer nas teles e mineradoras. A população também terá melhpores serviços. Bastará apenas que esta tenha um canal apropriado para fazer valer cabalmente seus direitos de consumidor. O governo não precisa de empresas. Privatizar já a Petrobrás, BB, Cef, Bco Amazonia, e todas as demais estatais. Vai ser bo pra todo mundo. 6 opiniões
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