Soninha defende torcidas organizadas, não violência praticada por elas
da Folha Online
A existência da torcida organizada não é uma ameaça ao futebol e à segurança pública. O problema maior é quando o torcedor transforma o grupo na razão de sua existência e passa a considerar que os seus rivais são seus inimigos.
A avaliação é de Sonia Francine Gaspar Marmo, colunista da Folha e responsável por um blog da Folha Online. Ouça outros podcasts da colunista.
Soninha fala sobre torcidas organizadas
Soninha diz que recebeu vários e-mails nos últimos dias. Soube que seu nome foi citado em um comentário feito em uma emissora de rádio afirmando que alguns indivíduos de torcidas organizadas têm defensores na Câmara Municipal de São Paulo.
"Eu defendo sim a idéia de que as pessoas têm o direito de se organizar em grupos, de ter uma sede, um slogan, uma camiseta, um hino, criar um bloco, desfilar no Carnaval, se reunir, ensaiar os cânticos. Tudo isso. Mas defender a impunidade de vândalos, agressores, assassinos, tenha a santa paciência. É claro que não", declara Soninha.
Neste podcast, a colunista aborda o assunto e questiona se decretar a extinção das torcidas é uma saída. "Eu acho que mesmo quando a torcida organizada se desvirtua completamente e vira um bando de meliantes, você chegar lá com uma canetada e dizer essa torcida está extinta, não existe mais, não resolve."
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