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12/01/2009 - 15h37

Maria Inês Dolci: Liquidações podem deixar a conta no vermelho

da Folha Online

Começo de ano é uma boa época para aproveitar as liquidações. Depois da correria para comprar os presentes de Natal, quem ainda tem dinheiro no bolso pode ir atrás de boas ofertas.

As informações são de Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Pro Teste, colunista da Folha e responsável por um blog da Folha Online. Para ela, o consumidor deve estar atento a muitos detalhes para não ser enganado e ficar com a conta no vermelho.

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Maria Inês Dolci

A colunista ressalta que, apesar de tentador, é fundamental estar de olho nas ofertas para adquirir somente itens realmente necessários por preços justos. "Não compre por impulso só porque é barato, a mercadoria pode não ter utilidade. Compras por impulso são vilãs que podem comprometer o orçamento familiar", diz.

Para isso, Dolci diz que é importante pesquisar preços em diversos lugares. Ela afirma ser necessário verificar se vale a pena as ofertas de "pague dois, leve três" e as que oferecem descontos na segunda compra. "Faça pesquisa de preço para verificar se não se trata de falsa liquidação. Na vitrine, tudo induz a acreditar em preços e produtos ótimos, mas ao entrar na loja o consumidor verifica que não é bem assim."

Segundo Dolci, outra maneira de evitar dor de cabeça com as liquidações de começo de ano é ficar alerta às mercadorias com defeitos. "No caso de produtos com pequenos defeitos ou produtos de mostruário, o consumidor deve exigir que a loja coloque na nota fiscal os problemas apresentados detalhando os prazos para reclamar de outros defeitos."

Para se precaver de futuros problemas, a advogada diz que o consumidor deve guardar anúncios de promoções de jornais, rádios ou TVs. "O material publicitário poderá auxiliar em uma eventual reclamação contra a empresa, caso não haja cumprimento da oferta."

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Comentários dos leitores
Aldemir Bispo (5) 12/09/2007 02h37
Aldemir Bispo (5) 12/09/2007 02h37
MANAUS / AM
Algo tem que ser feito para retirar o consumidor da cova dos leões que avançam vorazes contra os indefesos. Em Manaus, lastima-se como também no resto do país pela falta de pudor nas ações executadas pelos poderosos grupos comerciais varejistas.
O Carrefour por exemplo, pratica inúmeros golpes nos consumidores relegados a segundo plano. Vítimas constantes não conseguem se livrarem das investidas fulminantes, seja pagando taxas ocultas, ou as tais de manutenção cada vez que é emitido o extrato mensal de compras. O tratamento aos clientes em sua loja central da capital do Amazonas, está visível no desconforto sem ar-condicionado, nas embalagens dos saquinhos plásticos para transporte do que é comprado no estabelecimento e nas vendas de alguns produtos sem o respaldo de garantia da qualidade.
Casos existem : Como o da compra por parte de um cliente do, nobreak da marca forceline, usado! Embora fosse embalado normalmente como novo. Fato ocorrido a pouco mais de um mês. O equipamento foi detectado como defeituoso em não aceitar recarga, no décimo oitavo dia de uso. O parecer da loja foi de não realizar a troca. A fábrica enviou as peças do reparo para a assistência técnica.
A C & A é outra que cobra taxas e serviços embutidos e os coloca no extrato das compras mensais. Numa armadilha que envolve os menos atentos que acabam pagando pelos serviços não contratados. É preciso tomar medidas urgentes para coibir esses atentados aos consumidores.
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