Obama vai encontrar resistência para "salvar banqueiros", diz professor
da Folha Online
A posse do presidente americano, Barack Obama, significa uma nova fase na luta contra a crise internacional. O governo de George Bush estava "desgastado" e cada vez mais impopular devido aos problemas com Israel.
A avaliação é de Armando Castellar Pinheiro, economista e professor da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Para ele, o fato do Congresso ser majoritariamente democrata na Câmara dos Deputados e no Senado, vai facilitar a aprovação de novas medidas durante o mandato de Obama.
Armando Castellar Pinheiro - Obama
Apesar da euforia, Pinheiro ressalta que o novo presidente deve ser cauteloso com o tão aguardado pacote fiscal, que objetiva aquecer a economia por meio de cortes de impostos e gastos públicos. "Já houve uma subida nos preços das ações nas bolsas [de valores] entre final de dezembro e começo desse ano como reflexo das expectativas. Agora o risco é de frustração", diz.
Segundo o especialista, o governo americano vai anunciar uma medida muito parecida com o Proer, programa brasileiro da década de 90 que teve a finalidade de socorrer bancos com problemas financeiros. "Uma entidade ficaria com os créditos ruins de um banco. Para isso, se usaria os US$ 350 bilhões do pacote aprovado pelo governo Bush, ainda no passado, para formar esse banco de crédito ruim", diz.
Para o professor, o governo dos EUA vai enfrentar uma certa resistência para ajudar os bancos. "Resolver a situação do sistema financeiro é muito importante, mas os Estados Unidos têm enfrentado uma questão política grande. Lá, também é muito impopular a ideia de salvar banqueiros, depois de eles terem ganhado tanto dinheiro nos últimos 20 anos", explica Pinheiro.
Na visão do economista, Barack Obama deve tentar juntar a força política e eleitoral para passar a necessidade dessas medidas tão necessárias para o país. "Acho que tem todo um programa de reforma regulatória do sistema financeiro, que ele certamente vai ter que oferecer como contrapartida às medidas nessa área", diz.
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Especial
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Acho que um conflito mundial é o mais provável de acontecer, infelizmente... O melhor seria nos prepararmos para o pior.
A maioria das grandes potências são "grandes" somente no armamento e pequenas na humanidade. Não sei como realmente, separado das emoções, você observa o andamento das ações e medidas, financiadas por essas "potências". E olha que tem mais na panela... É por isso que outros países cansados da exploração e da ameaça, estão se preparando para enfrentarem inimigos. Inimigos das coisas boas que a vida pode trazer, inimigos das amizades, das trocas de cultura e ciência, da BOA VONTADE. Inimigos travestidos de "salvadores", que por dentro tem por único objetivo a destruição. Seres que por um capricho da natureza, odeia a NATUREZA e as pessoas que não são iguais a eles. Essa é a única explicação que cabe para esses Srs. das Guerras, que por trás de uma mesa, comandam covardemente pessoas para a morte.
"Vejam que uniforme lindo fizemos prá vocês... O senhor das guerras não gosta de crianças..." (Música de um autor brasileiro.)
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