Saiba quais são os principais fundamentos do judaísmo
da Folha Online
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| Livro faz mapeamento crenças e mostra novos movimentos religiosos |
Os judeus comemoram a Páscoa (Pessach) como o êxodo dos judeus do Egito e seguem, principalmente, a Torá (os cinco livros de Moisés, ou Pentateuco). Além disso, têm o costume de circuncidar os meninos oito dias após o nascimento.
O "O Atlas das Religiões", da Publifolha, além de fazer o mapeamento completo de todas as crenças do mundo e suas influências, traz quadro comparativo com as crenças fundamentais do budismo, cristianismo, hinduísmo, islamismo, judaísmo, siquismo e taoísmo.
Veja abaixo os principais fundamentos do judaísmo.
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FUNDAMENTOS DO JUDAÍSMO
A Natureza de Deus
Os judeus crêem que só existe um deus, cujo nome não deve ser pronunciado. É o criador de todas as coisas, e é por meio de sua aliança especial com os judeus que ele conduz a vida e o destino da humanidade.
A Criação
Deus é o criador, e o Livro do Gênesis diz que ele criou em seis dias e descansou no sétimo. Deus porá fim à Criação quando assim decidir.
O Tempo
O tempo é linear. O Messias, ou escolhido de Deus, virá ou quando o mundo tiver se tornado um lugar melhor, ou quando o mundo houver chegado ao auge dos problemas. O Messias trará uma era de paz mundial.
A Vida Após a Morte
Só temos uma vida. A maioria dos judeus religiosos crê que o indivíduo fica aguardando o Dia do Juízo, quando Deus fará todos ressuscitarem para ser julgados. Alguns, porém, acreditam que a alma seja julgada imediatamente após a morte.
Literatura Sagrada
A Bíblia hebraica tem três partes: a Torá (os cinco livros de Moisés, ou Pentateuco), os livros históricos (como Josué), os proféticos (como Isaías) e os sapienciais (como os Salmos). A Torá contém leis, doutrinas e orientações para a vida, assim como relatos da história primitiva dos israelitas e da relação deles com Deus.
Os fundadores e os Profetas
Por meio da aliança com Abraão e seus descendentes, Deus fez dos israelitas o povo eleito. Essa aliança se reafirmou e se consolidou com Moisés, quando Deus lhe deu a Lei pela qual os israelitas deveriam viver.
Os Ritos de Nascimento e Morte
Os meninos são circuncidados oito dias após o nascimento. O nome das meninas é anunciado na sinagoga no primeiro sabá após o nascimento. O sepultamento se dá no máximo 24 horas depois do óbito, e as cremações são muito raras. A família fica de luto total por sete dias, e, por 11 meses, reza-se todo dia uma oração especial, o kadish.
As Festividades
O Passover ou Pessach (Páscoa) celebra o êxodo dos judeus do Egito (mar.-abr.); o Shavuout (Pentecostes), a revelação da Lei a Moisés (maio-jun.); o Rosh Hashaná é o Ano Novo, e o Yom Kippur, o dia da expiação (ambos em set.-out.); o Hanucá celebra a sobrevivência dos judeus (dez.).
"O Atlas das Religiões"
Autoras: Joanne O'Brien e Martin Palmer
Editora: Publifolha
Páginas: 112
Quanto: R$ 32,90
Onde comprar: nas principais livrarias, pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Publifolha
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Especial

As autoridades francesas devem concordar em impedir os parisienses franceses de entrar na área da tumba sagrada, pois isto pode ser visto como provocação pelos corsicanos.
A Santa Capela e a Igreja de Notre Dame devem, é claro, ser internacionalizadas sob os auspícios do Vaticano e das organizações internacionais pela preservação do patrimônio artístico universal. Na realidade, os franceses devem considerar uma grande honra que tanta gente veja Paris como uma cidade internacional.
Os franceses não têm do que reclamar, pois desfrutarão dos benefícios da paz e manterão o controle dos Champs Elisées.
Mas, pensando melhor, até mesmo os Champs Elisées podem ser demasiado. Afinal, para ser coerente com a posição francesa para com Israel, a capital francesa não pode ser Paris, mas sim Vichy.
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As autoridades francesas devem concordar em impedir os parisienses franceses de entrar na área da tumba sagrada, pois isto pode ser visto como provocação pelos corsicanos.
A Santa Capela e a Igreja de Notre Dame devem, é claro, ser internacionalizadas sob os auspícios do Vaticano e das organizações internacionais pela preservação do patrimônio artístico universal. Na realidade, os franceses devem considerar uma grande honra que tanta gente veja Paris como uma cidade internacional.
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Mas, pensando melhor, até mesmo os Champs Elisées podem ser demasiado. Afinal, para ser coerente com a posição francesa para com Israel, a capital francesa não pode ser Paris, mas sim Vichy.
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É preciso neste caso instituir o "full withdrawal for full peace" [retirada total pela paz total]. Além disso, a França deve receber de volta e compensar todos os alemães étnicos expulsos da Alsácia e da Lorena após a I e a II Guerras Mundiais, bem como a todos definidos por estes como seus descendentes.
Isto, é claro, é apenas o primeiro passo rumo a uma solução, pois não se pode premiar agressores, e a França possui muitos outros territórios roubados. Ela levou a Córsega de Genova, levou Nice e Savoy de Piedmont. A Itália deve então receber todas essas terras de volta. Da mesma maneira, os territórios tomados dos Habsburgos devem ser devolvidos à Áustria, incluindo Franche-Comt, Artois e a Burgúndia histórica. A área de Roussillon (ao longo dos Pireneus) deve ser devolvida à Espanha, que é o seu dono legítimo. E a Normandia, Anjou, Aquitaine e Gascônia devem ser devolvidos a seus donos legítimos, a família real britânica.
Mas isto tampouco é suficiente para chegar a uma paz duradoura. A Bretanha e o Languedoc devem receber autonomia imediatamente, reconhecendo as organizações para a libertação da Bretanha e do Occitan como seus legítimos governantes. Os corsicanos obviamente têm direito histórico à tumba do imperador Napoleão, seu mais famoso nativo, bem como o complexo de Invalides e arredores. Pela causa da paz não seria um exagero pedir que Paris fosse a capital de dois povos.
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