Veja como os judeus estão distribuídos pelo mundo
da Folha Online
| Reprodução |
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| Livro faz mapeamento de crenças e mostra novos movimentos religiosos |
Atualmente, os judeus se concentram, em sua maior parte, nos Estados Unidos e em Israel. Cada um destes dois países têm população judaica superior a 5 milhões de pessoas, o que representa mais de 80% dos judeus do mundo. Os demais se dividem entre países como França (3,8%), Canadá (2,9%), Reino Unido (2,3%), Rússia (1,8%), Argentina (1,4%) e outros (5,1%).
Estas e outras informações estão em O Atlas das Religiões, da Publifolha. O livro faz um mapeamento do impacto, das divisões e dos desafios contemporâneos das religiões mundiais.
Leia abaixo trecho do livro que explica a distribuição dos judeus no mundo.
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JUDEUS NO MUNDO
Desde os anos 1980, as tendências demográficas judaicas vêm sendo afetadas por grandes mudanças socioeconômicas e geopolíticas: a dissolução da URSS, o fim do apartheid na África do Sul, a reunificação da Alemanha, a expansão da União Européia, a instabilidade em alguns países latino-americanos e as contínuas tensões no Oriente Médio. Hoje, em conseqüência, mais de 80% dos judeus do mundo estão nos EUA e em Israel.
As populações judaicas "primordiais" identificadas neste mapa compreendem aqueles que se identificam como judeus quando inquiridos ou são identificados como judeus por alguém na mesma residência.Tal definição reflete sobreposições e sentimentos subjetivos, mas nem sempre coincide com as definições da lei rabínica (a Halachá). Os estudos da população judaica também reconhecem a população "mais ampla": a população "primordial"; todas as pessoas de ascendência judaica que atualmente não são judias; e os membros não-judeus das residências.
Mas no Estado de Israel a condição individual de judeu depende de determinações do Ministério do Interior, que, por sua vez, seguem critérios estabelecidos por autoridades rabínicas. Em Israel, a população judaica "primordial" é definida não pela identificação subjetiva, mas pelas normas legais da Halachá.
Há mais de 13 milhões de judeus no mundo, e mais de 5 milhões deles vivem em Israel.
Cerca de 3 milhões de judeus migraram para Israel desde a fundação do país (1948). Desde 1989, mais de 1 milhão chegou da antiga URSS.
Em 1950, o Knesset (Parlamento israelense) aprovou uma lei que se inicia com estas palavras: "Todo judeu tem o direito de imigrar para o país dele". Pela Lei do Retorno, judeu é toda pessoa cuja mãe é judia ou tenha se convertido a qualquer seita judaica e não possua outra identidade religiosa. Hoje, porém, a lei estende a definição a todos os atuais judeus e seus filhos, netos e respectivos cônjuges (judeus ou não-judeus).
"O Atlas das Religiões"
Autoras: Joanne O'Brien e Martin Palmer
Editora: Publifolha
Páginas: 112
Quanto: R$ 32,90
Onde comprar: nas principais livrarias, pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Publifolha
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Especial

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Trocar mortos por vivos!!!
Os que chegaram em Israel defendiam a nação
e os que voltaram ao Líbano irão se unir às milícias e fortalecer ainda mais aqueles grupos terroristas.
...
Anunciaram um dia antes que os soldados estavam mortos, para dor e desespero da família que aguardavam a volta deles.
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Que Deus tenha misericórdia dessa situação que se abate a séculos no Oriente Médio e levante homens idôneos para conduzir um processo de paz verdadeiro e duradouro.
...
Imaginem o que vai representar no futuro à mente das crianças libanesas que assistiram a comemoração da chegada daqueles terroristas!!!
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As autoridades francesas devem concordar em impedir os parisienses franceses de entrar na área da tumba sagrada, pois isto pode ser visto como provocação pelos corsicanos.
A Santa Capela e a Igreja de Notre Dame devem, é claro, ser internacionalizadas sob os auspícios do Vaticano e das organizações internacionais pela preservação do patrimônio artístico universal. Na realidade, os franceses devem considerar uma grande honra que tanta gente veja Paris como uma cidade internacional.
Os franceses não têm do que reclamar, pois desfrutarão dos benefícios da paz e manterão o controle dos Champs Elisées.
Mas, pensando melhor, até mesmo os Champs Elisées podem ser demasiado. Afinal, para ser coerente com a posição francesa para com Israel, a capital francesa não pode ser Paris, mas sim Vichy.
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A Santa Capela e a Igreja de Notre Dame devem, é claro, ser internacionalizadas sob os auspícios do Vaticano e das organizações internacionais pela preservação do patrimônio artístico universal. Na realidade, os franceses devem considerar uma grande honra que tanta gente veja Paris como uma cidade internacional.
Os franceses não têm do que reclamar, pois desfrutarão dos benefícios da paz e manterão o controle dos Champs Elisées.
Mas, pensando melhor, até mesmo os Champs Elisées podem ser demasiado. Afinal, para ser coerente com a posição francesa para com Israel, a capital francesa não pode ser Paris, mas sim Vichy.
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