Coreanos ameaçam fazer protesto contra novo "007"
da Reuters, em SeulMilitantes sul-coreanos anunciaram um protesto em frente a 140 cinemas no sábado, continuando seu boicote ao novo filme de 007 que inflamou os ânimos em ambos os lados da fronteira entre as duas Coréias.
A Coréia do Norte, que enfrenta um impasse nuclear com Washington, pediu que os Estados Unidos suspendam a exibição de "007 -- Um Novo Dia para Morrer"', o 20º filme da série do espião britânico James Bond, em que o ator irlandês Pierce Brosnan aparece sendo torturado por agentes norte-coreanos.
O país afirmou que o longa-metragem é "sujo e ofensivo".
"O filme mostra a península coreana de uma forma diferente do que realmente é", disse o ativista Kang Hyung-koo. "Além do mais, a época do lançamento é perigosa e nada apropriada."
A agência de notícias sul-coreana Yonhap disse que alguns cinemas já pararam de exibir o filme por causa da fraca venda de ingressos.
Uma outra agência de notícias norte-coreana afirmou que "007" é mais uma prova das intenções hostis dos Estados Unidos em relação à Coréia do Norte.
O filme ultrajou os coreanos do sul e do norte não apenas por sua representação da Coréia, mas também por causa de uma cena de sexo em um templo budista.

