30/08/2001
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09h09
Mocaboom
Formato de feijão e sabor de café. Assim é o mocaboom, doce lançado na Expoflora, cuja receita foi extraída de um livro de receitas dos primeiros imigrantes da Holanda. O nome do doce é formado por duas palavras holandesas: moca (café) e boom (feijão).
O mocaboom, que costuma ser consumido junto com um café não muito doce, será vendido na Confeitaria Martin Holandesa, na Expoflora.
Vida Bis
Até os idealizadores desta novidade não definiram se o Vida Bis é um vaso com peixe ou aquário com flores, já que a novidade une no mesmo recipiente planta e animal.
O Vida Bis é um vaso de vidro transparente com antúrios e um Betta Splendens, peixe ornamental de cores vivas. A relação entre os dois é chamada de cooperação natural porque as raízes da planta fornecem parte dos nutrientes para o peixe, enquanto as fezes dele adubam a planta. O peixinho precisa ser alimentado apenas uma vez a cada duas semanas.
O Betta Splendens vive em pequenos espaços com baixo teor de oxigênio, se alimenta de raízes e não passa de 7 cm quando chega a adulto. Já o antúrio, é uma planta ornamental resistente, própria para a hidrocultura.
Hidrocultura
Outro lançamento da Expoflora é a cultura de plantas na água. As plantas são cultivadas em seixos (grânulos porosos de argila expandida) que absorvem a água e vão a liberando à medida que as raízes da planta precisam.
O aquômetro, equipamento utilizado para medição do nível de água do vaso, indica quando é necessário regar a planta. Os nutrientes são colocados na própria água.
"Essas plantas são para interiores. Elas não aguentam ficar em ambientes externos. Podem chegar a ficar 30 dias sem água e toleram até ar condicionado", diz o técnico agrícola Dylan Wigman, que foi à Holanda estudar esse tipo de cultura.
Outra vantagem é que a hidrocultura permite a rega preventiva, que pode ser feita antes de um período de ausência, sem que seja danificada.
Manacá-da-Serra
O Manacá-da-Serra é uma árvore brasileira muito conhecida, mas na Expoflora está sendo apresentada uma variedade que pode ser plantada em vasos. A espécie anã do Manacá-da-Serra varia de um a quatro metros de de altura.
As folhas têm três cores. Nascem brancas, depois de um dia ficam rosas e no dia seguinte ganham a coloração lilás, com a qual permanecem até cair. Os botões mantêm a planta florida de abril ao começo de novembro.
Carvalho Canadense
O Carvalho Canadense tem folhas coloridas que vão do amarelo ouro ao vermelho. Da casca desta árvore extrai-se uma resina de alto preço no mercado farmacêutico.
A mistura das cores é o que mais chama atenção. A partir de abril, as folhas do Carvalho Canadense ficam amarelas e vermelhas. Em junho começam a cair e em setembro voltam a brotar.
A espécie, que aos cinco anos chega a 12 metros, será vendida na Expoflora em bandejas e vasos, com tamanhos que variam de 40 cm a 2 metros.
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Formato de feijão e sabor de café. Assim é o mocaboom, doce lançado na Expoflora, cuja receita foi extraída de um livro de receitas dos primeiros imigrantes da Holanda. O nome do doce é formado por duas palavras holandesas: moca (café) e boom (feijão).
O mocaboom, que costuma ser consumido junto com um café não muito doce, será vendido na Confeitaria Martin Holandesa, na Expoflora.
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Até os idealizadores desta novidade não definiram se o Vida Bis é um vaso com peixe ou aquário com flores, já que a novidade une no mesmo recipiente planta e animal.
O Vida Bis é um vaso de vidro transparente com antúrios e um Betta Splendens, peixe ornamental de cores vivas. A relação entre os dois é chamada de cooperação natural porque as raízes da planta fornecem parte dos nutrientes para o peixe, enquanto as fezes dele adubam a planta. O peixinho precisa ser alimentado apenas uma vez a cada duas semanas.
O Betta Splendens vive em pequenos espaços com baixo teor de oxigênio, se alimenta de raízes e não passa de 7 cm quando chega a adulto. Já o antúrio, é uma planta ornamental resistente, própria para a hidrocultura.
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Outro lançamento da Expoflora é a cultura de plantas na água. As plantas são cultivadas em seixos (grânulos porosos de argila expandida) que absorvem a água e vão a liberando à medida que as raízes da planta precisam.
O aquômetro, equipamento utilizado para medição do nível de água do vaso, indica quando é necessário regar a planta. Os nutrientes são colocados na própria água.
"Essas plantas são para interiores. Elas não aguentam ficar em ambientes externos. Podem chegar a ficar 30 dias sem água e toleram até ar condicionado", diz o técnico agrícola Dylan Wigman, que foi à Holanda estudar esse tipo de cultura.
Outra vantagem é que a hidrocultura permite a rega preventiva, que pode ser feita antes de um período de ausência, sem que seja danificada.
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O Manacá-da-Serra é uma árvore brasileira muito conhecida, mas na Expoflora está sendo apresentada uma variedade que pode ser plantada em vasos. A espécie anã do Manacá-da-Serra varia de um a quatro metros de de altura.
As folhas têm três cores. Nascem brancas, depois de um dia ficam rosas e no dia seguinte ganham a coloração lilás, com a qual permanecem até cair. Os botões mantêm a planta florida de abril ao começo de novembro.
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O Carvalho Canadense tem folhas coloridas que vão do amarelo ouro ao vermelho. Da casca desta árvore extrai-se uma resina de alto preço no mercado farmacêutico.
A mistura das cores é o que mais chama atenção. A partir de abril, as folhas do Carvalho Canadense ficam amarelas e vermelhas. Em junho começam a cair e em setembro voltam a brotar.
A espécie, que aos cinco anos chega a 12 metros, será vendida na Expoflora em bandejas e vasos, com tamanhos que variam de 40 cm a 2 metros.
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