12/11/2001
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17h56
da Revista da Folha
Começou a temporada nacional dos cruzeiros -e começou muito bem. Beneficiadas pela queda no turismo internacional, as companhias marítimas estão comemorando recordes nunca antes registrados.
Na italiana Costa Cruzeiros, o crescimento foi de 67% em relação ao ano passado. "Antes o brasileiro via o cruzeiro como algo distante de sua realidade econômica. Isso mudou. Além disso, houve um desvio de demanda de consumidores para uma opção que não seja avião", diz o gerente de vendas e marketing Adrian Ursilli.
Com a preferência do consumidor pelo turismo nacional, algumas empresas aumentaram a oferta. A Costa, por exemplo, dobrou o número de opções e lançou promoções, como 25% de desconto para o segundo passageiro ou a viagem gratuita para o terceiro, durante o mês de janeiro. A companhia terá três navios percorrendo o litoral brasileiro até o final da temporada, em março.
Outra que espera uma boa temporada é a norte-americana Royal Caribbean, uma das maiores do mundo. A expectativa da empresa é que as vendas cresçam 35% em relação ao ano passado, quando 25 mil pessoas embarcaram no Splendour of the Seas, um navio com capacidade para 2.000 pessoas.
A Mediterranean Shipping Cruises, que no Brasil opera com o transatlântico M/N Rhapsody, já registrou aumento de 10% de procura em comparação com o último verão. A expectativa da empresa é chegar a 20% de crescimento até o fim da temporada.
"Quem está embarcando em cruzeiros é o brasileiro que tem dinheiro e costumava ir ao exterior, mas não quer fazer isso agora por causa do estresse do terrorismo e da guerra. Então eles optam pelos grandes navios, que também são opções glamourosas", afirma Neriton Vasconcelos, diretor da operadora nacional Pier 1.
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Queda no turismo internacional aumenta procura por cruzeiros
DÉBORA YURIda Revista da Folha
Começou a temporada nacional dos cruzeiros -e começou muito bem. Beneficiadas pela queda no turismo internacional, as companhias marítimas estão comemorando recordes nunca antes registrados.
Na italiana Costa Cruzeiros, o crescimento foi de 67% em relação ao ano passado. "Antes o brasileiro via o cruzeiro como algo distante de sua realidade econômica. Isso mudou. Além disso, houve um desvio de demanda de consumidores para uma opção que não seja avião", diz o gerente de vendas e marketing Adrian Ursilli.
Com a preferência do consumidor pelo turismo nacional, algumas empresas aumentaram a oferta. A Costa, por exemplo, dobrou o número de opções e lançou promoções, como 25% de desconto para o segundo passageiro ou a viagem gratuita para o terceiro, durante o mês de janeiro. A companhia terá três navios percorrendo o litoral brasileiro até o final da temporada, em março.
Outra que espera uma boa temporada é a norte-americana Royal Caribbean, uma das maiores do mundo. A expectativa da empresa é que as vendas cresçam 35% em relação ao ano passado, quando 25 mil pessoas embarcaram no Splendour of the Seas, um navio com capacidade para 2.000 pessoas.
A Mediterranean Shipping Cruises, que no Brasil opera com o transatlântico M/N Rhapsody, já registrou aumento de 10% de procura em comparação com o último verão. A expectativa da empresa é chegar a 20% de crescimento até o fim da temporada.
"Quem está embarcando em cruzeiros é o brasileiro que tem dinheiro e costumava ir ao exterior, mas não quer fazer isso agora por causa do estresse do terrorismo e da guerra. Então eles optam pelos grandes navios, que também são opções glamourosas", afirma Neriton Vasconcelos, diretor da operadora nacional Pier 1.
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