19/01/2004
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03h57
Com três semanas de vida, Benedito Juan Martín foi adotado pelo genovês Manuel Chinchella e por sua mulher, Justina Molina. Aos oito anos, largou a escola, labutou na carvoaria dos país e no porto, onde aprendeu a desenhar.
Daí para a mostra no Rio, em 1920, onde alçou a fama, foi só uma questão de tempo. Aproximou-se então de Benito Mussolini, acenou com o fascismo e caiu no ostracismo, que, de alguma forma, dura até hoje.
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Fama de Benedito Juan Martín surgiu no Rio, em 1920
da enviada especial da Folha de S.Paulo a Buenos AiresCom três semanas de vida, Benedito Juan Martín foi adotado pelo genovês Manuel Chinchella e por sua mulher, Justina Molina. Aos oito anos, largou a escola, labutou na carvoaria dos país e no porto, onde aprendeu a desenhar.
Daí para a mostra no Rio, em 1920, onde alçou a fama, foi só uma questão de tempo. Aproximou-se então de Benito Mussolini, acenou com o fascismo e caiu no ostracismo, que, de alguma forma, dura até hoje.
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