29/03/2004
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05h24
A cidade de Assuã, situada à beira do rio Nilo 880 km ao sul do Cairo e 210 km ao sul de Luxor, era o centro mais longínquo do império dos faraós e, durante o período colonial (séculos 19 e 20), foi entreposto comercial entre as regiões norte e leste da África.
Comercializavam-se marfim, ébano, ouro, especiarias, borracha, penas de avestruz, peles de animais, camelos e escravos. Pela proximidade com o Sudão e a África negra, tem uma cultura peculiar, que transparece no ritmo dos tambores, nas roupas e na cor da pele da população.
Embora haja ruínas faraônicas importantes, especialmente o templo de Ísis (Philae) e a ilha Elefantina (primorosamente restaurada por um grupo de arqueólogos alemães e belgas), a grande atração é, mais uma vez, o Nilo.
Em Assuã, o rio está em um de seus trechos mais bonitos, devido às corredeiras existentes e à concentração de granito preto e rosa.
Aliás, de Assuã partia o granito utilizado nas colossais colunas não só dos templos faraônicos como dos fabulosos templos romanos, cujas ruínas podem ser vistas no Líbano e na Síria.
O melhor local de onde se observa --e curte-- a vista do Nilo e da ilha Elefantina é o terraço do Sofitel Old Cataract, cujo prédio é um dos marcos de sofisticação da colonização inglesa no Egito.
Bem ao lado dele, fica o hotel New Cataract, construído nos anos 1960 num estilo moderno e agradável, onde é possível se hospedar por ser mais barato e, ao mesmo tempo, ter acesso ao conforto do hotel vizinho.
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Ex-entreposto, Assuã guarda o mais belo trecho do rio Nilo
da Folha de S.Paulo, no EgitoA cidade de Assuã, situada à beira do rio Nilo 880 km ao sul do Cairo e 210 km ao sul de Luxor, era o centro mais longínquo do império dos faraós e, durante o período colonial (séculos 19 e 20), foi entreposto comercial entre as regiões norte e leste da África.
Comercializavam-se marfim, ébano, ouro, especiarias, borracha, penas de avestruz, peles de animais, camelos e escravos. Pela proximidade com o Sudão e a África negra, tem uma cultura peculiar, que transparece no ritmo dos tambores, nas roupas e na cor da pele da população.
Embora haja ruínas faraônicas importantes, especialmente o templo de Ísis (Philae) e a ilha Elefantina (primorosamente restaurada por um grupo de arqueólogos alemães e belgas), a grande atração é, mais uma vez, o Nilo.
Em Assuã, o rio está em um de seus trechos mais bonitos, devido às corredeiras existentes e à concentração de granito preto e rosa.
Aliás, de Assuã partia o granito utilizado nas colossais colunas não só dos templos faraônicos como dos fabulosos templos romanos, cujas ruínas podem ser vistas no Líbano e na Síria.
O melhor local de onde se observa --e curte-- a vista do Nilo e da ilha Elefantina é o terraço do Sofitel Old Cataract, cujo prédio é um dos marcos de sofisticação da colonização inglesa no Egito.
Bem ao lado dele, fica o hotel New Cataract, construído nos anos 1960 num estilo moderno e agradável, onde é possível se hospedar por ser mais barato e, ao mesmo tempo, ter acesso ao conforto do hotel vizinho.
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