23/08/2004
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03h32
A Itália é, claro, o país do automobilismo. De tão fanáticos, os torcedores da Ferrari se autodenominam "tifosi", ou seja, "doentes". Num domingo de Fórmula 1, é comum ver bandeiras da equipe na entrada dos bares mais populares, que reúnem espectadores em volta da TV. Por isso, a loja da Ferrari, que fica na via Tomacelli, 147, é ponto obrigatório para entender a fixação dos italianos com as corridas.
A primeira impressão é ruim, de breguice --um barulho de motor soa quando a porta se abre-, mas uma peça de museu imediatamente justifica a visita. À sua direita, está a Ferrari de Michael Schumacher, e não qualquer uma. É a F2003, com que o alemão se tornou o maior piloto de todos os tempos, conquistando o sexto título mundial. À esquerda, uma foto mostra o piloto, em êxtase, no pódio de Indianápolis.
Difícil de controlar, a empolgação leva o turista a querer comprar alguma coisa, mas os preços são chocantes. Um mísero chaveiro custa 25, e a camisa oficial da Ferrari, que é usada pelos mecânicos e por vendedores da loja, sai por 85. Sendo assim, o melhor é simplesmente passear pelos três andares, um deles dedicado a brinquedos e artigos infantis.
Além de ver peças de carros famosos, como um motor V10 da Fórmula 1, você pode folhear livros com fotos do dramático período em que a equipe ficou 21 anos sem um título mundial. Na saída, escolha a única coisa acessível: um pôster, sem moldura e preto-e-branco, com os principais carros da história da Ferrari (8).
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Itália-Brasil: Loja da Ferrari desnuda fanatismo
da Folha de S.Paulo, na ItáliaA Itália é, claro, o país do automobilismo. De tão fanáticos, os torcedores da Ferrari se autodenominam "tifosi", ou seja, "doentes". Num domingo de Fórmula 1, é comum ver bandeiras da equipe na entrada dos bares mais populares, que reúnem espectadores em volta da TV. Por isso, a loja da Ferrari, que fica na via Tomacelli, 147, é ponto obrigatório para entender a fixação dos italianos com as corridas.
A primeira impressão é ruim, de breguice --um barulho de motor soa quando a porta se abre-, mas uma peça de museu imediatamente justifica a visita. À sua direita, está a Ferrari de Michael Schumacher, e não qualquer uma. É a F2003, com que o alemão se tornou o maior piloto de todos os tempos, conquistando o sexto título mundial. À esquerda, uma foto mostra o piloto, em êxtase, no pódio de Indianápolis.
Difícil de controlar, a empolgação leva o turista a querer comprar alguma coisa, mas os preços são chocantes. Um mísero chaveiro custa 25, e a camisa oficial da Ferrari, que é usada pelos mecânicos e por vendedores da loja, sai por 85. Sendo assim, o melhor é simplesmente passear pelos três andares, um deles dedicado a brinquedos e artigos infantis.
Além de ver peças de carros famosos, como um motor V10 da Fórmula 1, você pode folhear livros com fotos do dramático período em que a equipe ficou 21 anos sem um título mundial. Na saída, escolha a única coisa acessível: um pôster, sem moldura e preto-e-branco, com os principais carros da história da Ferrari (8).
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