11/11/2004
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09h26
Enviado especial ao Uyuni (Bolívia)
Quando o trem corta o lago Uru Uru, momentos depois da partida de Oruro, a revoada de pássaros é um espetáculo de despedida que pode passar despercebido para quem está saindo da cidade em direção a Uyuni. Abra bem os olhos. Em noites de lua cheia, é uma imagem para ficar na memória, uma espécie de preparativo para o que vem pela frente.
Se perder o "show", não se preocupe. O trem de volta à cidade chega de manhã a Oruro. Portanto o visitante pode se dar ao luxo de apreciar bandos de aves voando, com sua imagem refletida nas águas do Uru Uru, com o sol raiando. A imagem funciona como um fim de filme. Difícil é conter a emoção.
A viagem de trem da FCA, Empresa Ferroviária Andina, de capital chileno, em direção à pequenina cidade de Uyuni custa 69 bolivianos, no vagão luxo. Dura cerca de sete horas. Pode parecer traumática, mas, ao contrário, é tranqüilíssima. Tem ventiladores, TV com vídeo, distribuição de cobertores e travesseiros (à noite, a temperatura cai bastante) e direito a um sanduíche.
A maioria dos viajantes é formada por grupos de mochileiros, principalmente europeus, a maioria de olhos voltada para o "Lonely Planet", a "bíblia" dos que viajam pelo mundo todo atrás de aventura e natureza sem gastar muito. Também é comum cruzar com grupos de bolivianos que vivem do outro lado da fronteira do país com a Argentina. Cerca de uma hora depois de o trem partir, o restaurante é aberto. Mesmo lá, a comida é baratíssima.
Existem grupos de turistas que antes de seguirem em direção ao Salar de Uyuni, primeiramente visitam o Salar de Coipasa, considerado o segundo maior deserto de sal da América do Sul, em excursões de um ou dois dias, saindo de Oruro. Se tiver tempo, faça os dois passeios.
Roberto de Oliveira viajou a convite da LAB (Lloyd Aereo Boliviano) e da operadora Natural Mar.
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ROBERTO DE OLIVEIRAEnviado especial ao Uyuni (Bolívia)
Quando o trem corta o lago Uru Uru, momentos depois da partida de Oruro, a revoada de pássaros é um espetáculo de despedida que pode passar despercebido para quem está saindo da cidade em direção a Uyuni. Abra bem os olhos. Em noites de lua cheia, é uma imagem para ficar na memória, uma espécie de preparativo para o que vem pela frente.
Se perder o "show", não se preocupe. O trem de volta à cidade chega de manhã a Oruro. Portanto o visitante pode se dar ao luxo de apreciar bandos de aves voando, com sua imagem refletida nas águas do Uru Uru, com o sol raiando. A imagem funciona como um fim de filme. Difícil é conter a emoção.
A viagem de trem da FCA, Empresa Ferroviária Andina, de capital chileno, em direção à pequenina cidade de Uyuni custa 69 bolivianos, no vagão luxo. Dura cerca de sete horas. Pode parecer traumática, mas, ao contrário, é tranqüilíssima. Tem ventiladores, TV com vídeo, distribuição de cobertores e travesseiros (à noite, a temperatura cai bastante) e direito a um sanduíche.
A maioria dos viajantes é formada por grupos de mochileiros, principalmente europeus, a maioria de olhos voltada para o "Lonely Planet", a "bíblia" dos que viajam pelo mundo todo atrás de aventura e natureza sem gastar muito. Também é comum cruzar com grupos de bolivianos que vivem do outro lado da fronteira do país com a Argentina. Cerca de uma hora depois de o trem partir, o restaurante é aberto. Mesmo lá, a comida é baratíssima.
Existem grupos de turistas que antes de seguirem em direção ao Salar de Uyuni, primeiramente visitam o Salar de Coipasa, considerado o segundo maior deserto de sal da América do Sul, em excursões de um ou dois dias, saindo de Oruro. Se tiver tempo, faça os dois passeios.
Roberto de Oliveira viajou a convite da LAB (Lloyd Aereo Boliviano) e da operadora Natural Mar.
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