22/06/2006
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11h46
FABRÍCIA FURUZAVA
Colaboração para a Folha de S.Paulo, em Bragança Paulista (SP)
O lago do Taboão, na entrada da cidade, é ponto de encontro bragantino. Às suas margens, os habitantes passeiam e andam de bicicleta no final de tarde. E, nas noites de fim de semana, os jovens param o trânsito de toda a "orla", em frente a barzinhos com nomes como Porkarias, Pileques, Trairagem e Cê Ki Sabe.
Também os artesãos bragantinos adotaram o lago. Todo domingo, eles se reúnem das 9h às 18h para vender seus trabalhos. Não se trata de uma feira enorme, mas é algo caprichado e ordenado. Fica debaixo de uma garagem de locomotivas da estrada de ferro Bragantina, desativada em 1967. Alguns dos vendedores armam também barracas na praça Raul Leme, atrás da catedral.
É o caso de Floris, que vende relógios (de R$ 15 a R$ 30) e chaveiros de parede (R$ 10) decorados com motivos antigos.
As pequenas visitantes do sexo feminino --e suas mães-- se encantam com as roupas de bonecas costuradas por Esther da Silva Correia Lima, que pega emprestadas as Barbies da neta para usar como "manequim". Cada uma custa em média R$ 15, e os modelos variam de vestidos de noiva a trajes antigos das sinhazinhas.
Também chamam a atenção das garotas os cadernos (R$ 8) e as caixas (R$ 15) encapados com EVA (material parecido com borracha) colorido.
Ainda colorem a feira os bonecos de pano de Maria Gorete Ferubile, como os espantalhos para espetar no vaso (R$ 3 a R$ 6). Assim como os potes adornados com biscuit por Sandra Forrani, com adornos de borboletas, caranguejos e girafas. O conjunto de três potes pequenos custa R$ 15, e um vidro grande sai por R$ 20.
Entre bijuteiras, artigos de decoração para quartos infantis e caixas pintadas à mão, as feirinhas de Bragança esbanjam sugestões de presentinhos simples e baratos.
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MARISTELA DO VALLEFABRÍCIA FURUZAVA
Colaboração para a Folha de S.Paulo, em Bragança Paulista (SP)
O lago do Taboão, na entrada da cidade, é ponto de encontro bragantino. Às suas margens, os habitantes passeiam e andam de bicicleta no final de tarde. E, nas noites de fim de semana, os jovens param o trânsito de toda a "orla", em frente a barzinhos com nomes como Porkarias, Pileques, Trairagem e Cê Ki Sabe.
Também os artesãos bragantinos adotaram o lago. Todo domingo, eles se reúnem das 9h às 18h para vender seus trabalhos. Não se trata de uma feira enorme, mas é algo caprichado e ordenado. Fica debaixo de uma garagem de locomotivas da estrada de ferro Bragantina, desativada em 1967. Alguns dos vendedores armam também barracas na praça Raul Leme, atrás da catedral.
É o caso de Floris, que vende relógios (de R$ 15 a R$ 30) e chaveiros de parede (R$ 10) decorados com motivos antigos.
As pequenas visitantes do sexo feminino --e suas mães-- se encantam com as roupas de bonecas costuradas por Esther da Silva Correia Lima, que pega emprestadas as Barbies da neta para usar como "manequim". Cada uma custa em média R$ 15, e os modelos variam de vestidos de noiva a trajes antigos das sinhazinhas.
Também chamam a atenção das garotas os cadernos (R$ 8) e as caixas (R$ 15) encapados com EVA (material parecido com borracha) colorido.
Ainda colorem a feira os bonecos de pano de Maria Gorete Ferubile, como os espantalhos para espetar no vaso (R$ 3 a R$ 6). Assim como os potes adornados com biscuit por Sandra Forrani, com adornos de borboletas, caranguejos e girafas. O conjunto de três potes pequenos custa R$ 15, e um vidro grande sai por R$ 20.
Entre bijuteiras, artigos de decoração para quartos infantis e caixas pintadas à mão, as feirinhas de Bragança esbanjam sugestões de presentinhos simples e baratos.
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