16/04/2001
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11h53
À parte o fascínio ou a estranheza que costumam causar a tradição profundamente arraigada, a pontualidade seguida à risca, a alta tecnologia e a cordialidade quase excessiva de seus habitantes, não é difícil visitar o Japão.
Enfrentados a distância (cerca de 25 horas de viagem) e os preços, o país é seguro (fora os bêbados, a principal preocupação à noite em Tóquio é não perder o último trem, pois os táxis são caros) e só exige paciência para se acostumar a um local onde é muito fácil sentir-se analfabeto.
O "Guia Visual Folha Japão", lançado pela Publifolha (410 págs., R$ 57), traz boas dicas para quem quer entrar no país sabendo quando e onde tirar os sapatos, ainda que nem sempre a atitude faça sentido para os estrangeiros.
Além dos obrigatórios capítulos sobre etiqueta (bem útil), compras (há uma boa seleção) e restaurantes (uma tentativa quase vã de abranger todo o país em poucas páginas), é interessante ler sobre a importância das estações do ano (cinco, incluindo a das chuvas) e os festivais que as acompanham, pela influência que exercem sobre a vida da população.
O guia divide o arquipélago de mais de 3.000 ilhas em oito blocos. Aborda regiões menos conhecidas, como a ilha de Shikoku, e locais exóticos até para os japoneses, como a Província de Okinawa.
Há ainda explicações detalhadas sobre os principais templos, santuários e museus. O livro pode ser útil mesmo para quem não pretende viajar -tão cedo- ao Japão. A boa descrição dos diferentes pratos da culinária pode ajudar na hora de ir a um restaurante típico por aqui mesmo, e há páginas dedicadas a elucidar um pouco o mito em torno de gueixas e samurais.
A Publifolha lançou também o "Guia de Conversação para Viagens - Japonês" (128 págs., R$ 10,90). Ele segue à risca a forma como as palavras são pronunciadas, e não como são escritas. Por exemplo, os japoneses adotaram a palavra "hotel" do inglês, mas a pronúncia é japonesa: "roteru" -como vem escrito no guia.
As publicações podem ser adquiridas em livrarias ou na Publifolha, tel. 0800-140090.
Publifolha lança guias de viagem sobre Japão
da Folha de S.PauloÀ parte o fascínio ou a estranheza que costumam causar a tradição profundamente arraigada, a pontualidade seguida à risca, a alta tecnologia e a cordialidade quase excessiva de seus habitantes, não é difícil visitar o Japão.
Enfrentados a distância (cerca de 25 horas de viagem) e os preços, o país é seguro (fora os bêbados, a principal preocupação à noite em Tóquio é não perder o último trem, pois os táxis são caros) e só exige paciência para se acostumar a um local onde é muito fácil sentir-se analfabeto.
O "Guia Visual Folha Japão", lançado pela Publifolha (410 págs., R$ 57), traz boas dicas para quem quer entrar no país sabendo quando e onde tirar os sapatos, ainda que nem sempre a atitude faça sentido para os estrangeiros.
Além dos obrigatórios capítulos sobre etiqueta (bem útil), compras (há uma boa seleção) e restaurantes (uma tentativa quase vã de abranger todo o país em poucas páginas), é interessante ler sobre a importância das estações do ano (cinco, incluindo a das chuvas) e os festivais que as acompanham, pela influência que exercem sobre a vida da população.
O guia divide o arquipélago de mais de 3.000 ilhas em oito blocos. Aborda regiões menos conhecidas, como a ilha de Shikoku, e locais exóticos até para os japoneses, como a Província de Okinawa.
Há ainda explicações detalhadas sobre os principais templos, santuários e museus. O livro pode ser útil mesmo para quem não pretende viajar -tão cedo- ao Japão. A boa descrição dos diferentes pratos da culinária pode ajudar na hora de ir a um restaurante típico por aqui mesmo, e há páginas dedicadas a elucidar um pouco o mito em torno de gueixas e samurais.
A Publifolha lançou também o "Guia de Conversação para Viagens - Japonês" (128 págs., R$ 10,90). Ele segue à risca a forma como as palavras são pronunciadas, e não como são escritas. Por exemplo, os japoneses adotaram a palavra "hotel" do inglês, mas a pronúncia é japonesa: "roteru" -como vem escrito no guia.
As publicações podem ser adquiridas em livrarias ou na Publifolha, tel. 0800-140090.

