Aventure-se de paraquedas na serra de Tepequém, em Roraima
GUILHERME TOSETTO
Enviado especial da Folha de S.Paulo a Roraima
Há maneiras radicais de apreciar as belezas da serra de Tepequém. São o salto de paraquedas e de paraglider.
Para fazer os passeios, os turistas saem de Boa Vista e seguem até a pista de pouso de Tepequém. De lá partem os aviões que levam os aventureiros para ambos os saltos.
Roraima é destaque do caderno Turismo da Folha desta quinta
Em RR, espírito aventureiro traz à tona um local surpreendente
Ida ao topo do monte Roraima leva oito dias, ou só uma hora
| Guilherme Tosetto/Folha Imagem |
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| Turistas saltam de paraquedas em Tepequém; aventura deve ser combinada com antecedência, pois não há operadoras na serra |
Ambas as aventuras devem ser combinadas com antecedência, já que na serra não há operadora para esse tipo de passeio. Do alto, se vê a antiga área garimpeira, a terra mexida forma uma praia branca e os antigos buracos do garimpo se transformam em lagoas azuis, onde são cultivados peixes.
De baixo, é possível ver as cores dos paraquedas em direção à baixa vegetação, e a movimentação tímida da pequena população, constituída por 120 famílias de garimpeiros.
Há mais uma opção de passeio perto de Boa Vista, no eixo turístico da BR-174, que liga Manaus à fronteira venezuelana. É a serra Grande, no pequeno município de Cantá.
O início da pesada trilha -de quatro horas- fica dentro de uma propriedade rural. O ideal é separar dois dias para esse passeio, planejando-se para acampando uma noite no topo.
Para conhecer alguns igarapés e entrar na mata, em uma caminhada de duas horas já se avista o Rio Branco e a biodiversidade do lugar, que, ao contrário das savanas, possui uma mata mais fechada e úmida.
GUILHERME TOSETTO viajou a convite do Sebrae-Roraima
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