Parrillero mostra porque acha churrasco argentino melhor que brasileiro
da Folha Online
Na Argentina o gado é tratado de forma diferenciada. Lá, o animal se alimenta de ração, engorda rápido, e abatido cedo. No Brasil, ele sobrevive apenas de pasto e é abatido quando atinge a idade adulta.
Daniel Mansur chef parrillero explica para Marina Fuentes quais as peculiaridades do famoso churrasco argentino. A repórter experimentou "ojo de bife" acompanhado de salada, arroz branco, arroz selvagem e nozes, e molho chimichurri. Veja outras edições do programa "Boa Vida".
O chef conta que, na Argentina, os cortes de carne são diferentes também. Lá não existe a picanha e uma das carnes mais nobres do boi é o "ojo de bife" (o centro do contrafilé) e que pesa mais ou menos 4 kg. A façanha do churrasco é que eles não utilizam sal grosso, mas o sal fino, usado apenas quando a carne está quase pronta. Mansur explica que o sal grosso "corta o sabor da carne".
O churrasco argentino é feito na brasa e não no fogo. O chef diz que a grelha tem a haste diferente para que a gordura escorra longe da brasa.
O videocast é mais um produto gratuito que a Folha Online oferece para seus leitores. O programa é apresentado por Vivian Retz.
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