Ondas gigantes, praias e vulcões atraem surfistas e turistas pro Havaí
da Folha Online
Uma palavra resume bem o que o turista pode esperar do Havaí: aloha. Sem tradução para a língua portuguesa, a expressão quer dizer, além de "oi" e "tchau", "bem-vindo", "paz", "amor" e ainda evoca proteção divina.
O primeiro videocast da série sobre o Havaí, no programa "Viagens", mostra os encantos das ilhas que compõem o arquipélago. A apresentação e as fotos são do jornalista e fotógrafo Caio Vilela.
-- Assista aos outros vídeos com apresentação do jornalista.
O espírito relaxado está por toda parte. Um exemplo é o uso do terno. Ninguém é adepto ao traje, nem em situações consideradas formais. Sofisticado é usar as camisas aloha, aquelas famosas por seus motivos tropicais.
O surfe é o esporte nacional e, ao primeiro sinal do fim do expediente, todo mundo corre para a praia. No entanto, além das ondas, o Havaí é perfeito para outras aventuras.
Na ilha de Kauai, a caminhada de três dias na Costa Napali é uma das mais espetaculares do mundo. Ao redor de Molokini, uma cratera de vulcão submersa, mergulhadores conseguem ouvir o som das baleias enquanto flutuam em um aquário natural.
Já em Big Island, o vulcão ativo Kilauea cospe lava sem parar. Na mesma ilha, o gigante Mauna Kea é base para um observatório astronômico de alta tecnologia.
Ao descer do avião, o turista recebe um colar de flores. No final da tarde, acendem-se tochas na praia e começam os luaus. Armadilhas ou não para turistas, as festas à beira-mar ajudam a manter o clima das ilhas.
Por todos os cantos, há resorts caros e albergues para mochileiros. Para economizar, uma opção é carregar uma barraca, que pode ser útil nas dezenas de campings bem equipados.
Caio Vilela percorreu e documentou, ao todo, mais de 50 países coletando fotos, sons e expressões. É autor dos livros "Florianópolis", editado pela Publifolha, e "Um Mundo de Crianças", pela editora Panda.
