Carro mais caro do Brasil custa R$ 4 milhões; veja imagens
da Folha Online
O preço do carro mais caro do Brasil é de R$ 4 milhões. O esportivo Zonda F, que acaba de desembarcar no país, é fabricado pela marca italiana Pagani. A montadora oferece veículos de alto padrão, mas poucas pessoas podem ter esse privilégio na garagem. Não só pelo preço, mas pela exclusividade que a empresa oferece aos consumidores.
Por ano, só será vendido no Brasil um único modelo como este. No entanto, a partir de 2010, a idéia é ampliar a comercialização para dois exemplares a cada 12 meses. O presidente da Pagani, Horácio Pagani e o presidente da Platinuss no Brasil, importadora da marca, Natalino Bertin Júnior, falam, neste videocast, sobre o mercado de veículos de luxo.
Aqueles que puderem pagar pela novidade vão precisar desembolsar o dinheiro do seguro, que custa em média cinco por cento do valor do veículo, ou seja, R$ 200 mil por ano. Porém, para valer tudo isso, o cupê reserva alguns itens sofisticados, como, por exemplo, couro de avestruz nos bancos.
Quem estiver disposto a pagar esse valor, o dobro de uma Ferrari 599, vai ter que esperar. A Pagani revelou que três clientes estão interessados no modelo e que, até 2010, já foram feitas as encomendas.
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"Dane-se" o meio ambiente, "eu quero é ter meu carro". Ninguém admite, mas esse parece ser o argumento dissimulado de quem não tem tempo para a questão ambiental. Há e os empregos e os e salários dos operários dessas fábricas? Pois é! "Problema dos sindicatos"! É assim que esperamos ser a próxima potência mundial, sendo cada vez mais egoístas, individualistas e sem consiência ambiental. Que o diga o governador do Rio de Janeiro, não quer nem pensar em dividir os royalties de petróleo com o resto do país. É por isso que os traficantes reinam e dominam tudo por lá, já que o dinheiro desses royalties ,nunca chegam nas populações pobres, vítimas do tráfico e das milícias.
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Pontualmente existe setores que sentem dificulades.....Exemplifico o pleito do setor moveleiro que reivindica redução de ipi por 6 meses, acredito na legitimidade da reivindicação. Mas para este caso deveria focar o incentivo ao uso mais intensivo de componentes advindos de reflorestamentos.
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