Videocast
07/05/2008 - 22h30

Pão simbólico judaico é consumido em dia sagrado; veja modo de preparo

da Folha Online

A Challah, um pão típico da cozinha judaica, é consumida durante uma cerimônia realizada no dia do descanso semanal sagrado. Neste videocast acompanhe uma receita da culinária judaica e conheça os rituais e simbolismos desta cultura.

A chef Simone Chevis ensina receita de um pão tradicional. Não faz parte dos ingredientes o leite, pois isso impediria de consumi-lo com carnes, servidas nas cerimônias de shabbat. "A challah é um pão simbólico do povo judeu que consumimos na sexta-feira, durante o shabbat, uma cerimônia religiosa que marca o final da semana e o início do dia do descanso", explica a chef.

Ingredientes

Massa
- um pacote de fermento seco biológico (ou 1 colher de sopa)
- 1/2 xíc. (chá) de açúcar
- 5 ovos
- 1/2 xíc. (chá) de óleo
- 1/2 xíc. de uvas-passas
- 7 a 9 xícaras de farinha de trigo
- 1 e 3/4 xíc. de água morna
- 1 pitada de sal
- gergelim para polvilhar

Modo de Preparo

Em um refratário coloque a água morna, o fermento e o açúcar. Misture com a mão ou com uma espátula. Junte uma pitada de sal, quatro ovos (em temperatura ambiente) e o óleo. Adicione a farinha aos poucos. Coloque as uvas-passas quando a mistura estiver quase no ponto e deixe a massa crescer por cerca de uma hora em uma vasilia untada com óleo. Divida a massa em seis pedaços, molde-os e depois basta trança-los. Leve ao forno (180ºC) por 30 minutos.

A receita é suficiente para preparar dois pães.

Comentários dos leitores
Ehud Olmert já sai tarde. Um dos mais combalidos Ministros de Israel desde 1948.
Temo pelas novas gerações de políticos que estão chegando, que não fomentam o mesmo sentimento patriótico como foram os de G.Meir, Gurion, Begin, e outros.
Creio que daí para frente o sentimento genuino patriótico Israelense se manifestará no seio dos judeus ortodoxos. Serão eles que manterão firme a convicção de que o Israel moribundo, ou nômade acabou.
Desde a antiguidade a fé judaica nunca esteve tão forte como nesses últimos dias.
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Correções:
(...) FORTALECE (...) e ( ... ) MAIOR número de vítimas...
sem opinião
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Tudo o que começa errado acaba errado.
...
Assim, este atual governo de Israel, certifica a todos que a guerra contra o Líbano em 2006, foi totalmente desnecessária, ceifando vidas e destruindo famílias de ambos os lados.
Receberam seus dois soldados mortos e libertaram um assassino frio que em 1979 matou o pai a queima roupa e sua filha esmagou a cabeça com seu rifle contra uma pedra. Uma menina de 4 anos.
..
Agora é recebido no Líbano como um herói, fortale-se a oposição contra Israel e dificulta eventuais e futuros acordos de paz.
Triste fim para ambos os lados, mas nessa Israel levou a pior, embora o número de vítimas tenha sido do lado libanês.
Que venha logo o Messias prometido, para por fim a todos esses flagelos.
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