Cenário de guerra faz parte das paisagens do Líbano
da Folha Online
Uma ponte na rodovia a caminho de Beirute destruída ao meio por mísseis do conflito, de meados de 2006, que culminou com a ocupação israelense do sul do Líbano, é a primeira visão do editor-assistente do caderno Empregos e Negócios, Cássio Aoqui, ao entrar no país.
Com o conflito armado, iniciado há duas semanas entre manifestantes pró-governo sunita do primeiro-ministro Fuad Siniora e milícias do Hizbollah, os cenários de destruição encontrados na região aumentaram. Neste videocast especial sobre o Líbano, Cássio Aoqui, conta como foi sua visita ao local. Veja o primeiro e o segundo capítulo da série sobre Líbano.
"O plano inicial era conhecer diversas regiões, como o Vale do Bekaa, as montanhas de Chouf, Baalbek com suas imponentes ruínas romanas, e Trípoli, ao norte do país, mas fui dissuadido pelos locais, como por um instinto próprio de sobrevivência, a não sair de Beirute, onde fiquei por apenas dois dias de uma jornada prevista para uma semana", afirma Aoqui.
O Líbano está hoje em qualquer lista dos lugares mais perigosos do mundo para viajar.
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