Junta militar dificulta ajuda humanitária a Mianmar; ouça Caio Vilela
da Folha Online
Neste domingo a comunidade internacional fez mais um alerta para que Mianmar salve os sobreviventes do ciclone Nargis e cumpra com sua promessa de liberar o acesso de todos os trabalhadores humanitários estrangeiros ao país. O tufão deixou ao menos 134 mil mortos ou desaparecidos e 2,5 milhões de desabrigados.
O fotógrafo e jornalista Caio Vilela já visitou o local e fala das conseqüências deste desastre na região. Veja o capítulo do especial sobre Mianmar nesta série do programa "Viagens".
Quem passou pela antiga Birmânia, um dos países mais pobres do sudeste asiático, consegue imaginar a dimensão do desastre e as conseqüências que a população sofre neste momento.
Mianmar é um país isolado por sua própria precariedade. A junta militar, que governa a nação desde os anos 60, reprime as manifestações populares com violência, recusa e dificulta ajuda humanitária oferecida pelos países europeus.
"Em uma visita a região central do país, eu vi de perto as dificuldades que o regime impõe a população", diz Vilela. O fotógrafo também fala das crianças, encontradas nas estradas, que trabalham sem descanso.
Entre as principais atrações turísticas do local, estão os templos de Yangon e o sítio arqueológico de Bagan.
Leia mais
- Região afetada por ciclone em Mianmar também aprova Constituição
- Comunidade internacional pressiona Mianmar a "salvar vidas"
- VÍDEO: Kauai é a ilha havaiana mais antiga e selvagem
- VÍDEO: Irã reúne relíquias do Oriente Médio; confira série completa
- VÍDEO: Série destaca mistérios e principais acessos ao Tibete
Livraria da Folha
Especial
