Críticas servem como registro da arte no Brasil; veja autora de livro
da Folha Online
O esclarecimento e o registro estão entre as funções da crítica. Uma vez que a dança no país não é tema de muitas publicações, o jornal impresso é a grande referência de memória e serve como fonte de pesquisa sobre a atividade.
No quadro "Olhar Literário", desta semana, a autora Inês Bogéa explica como contextualizou em um livro a situação da dança de 1990 até 2003. A apresentação é de Arthur Nestrovski.
A diretora artística Inês Bogéa fez uma seleção do que ocorreu de mais relevante na dança paulista. Segundo a crítica, esta fase é muito rica em desenvolvimento.
Os textos sobre as artes brasileiras, publicados na Folha entre 1990 e 2003, traz um registro não só do que mais relevante se produziu no Brasil nesse período, mas também a forma como essa produção foi interpretada pelos jornalistas e críticos.
O capítulo desenvolvido por Bogéa é parte do livro "Em Branco e Preto". A publicação reúne quase 400 textos de mais de 120 autores. A obra é separada por artes plásticas, cinema, dança, literatura, música erudita, música popular e teatro, sendo que cada uma dessas áreas ficou a cargo de um crítico especializado.
"Em Branco e Preto" é composto por ensaios, resenhas e matérias que servem de retrato da produção cultural brasileira desde governo Collor até o início do regime Lula.
"Em Branco e Preto"
Organizador geral: Arthur Nestrovski
Editora: Publifolha
Páginas: 752
Quanto: R$ 79,00
Onde comprar: Nas principais livrarias, pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Publifolha
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