Medalha em Pequim pode mudar futuro do taekwondo no Brasil; veja entrevista
da Folha Online
Muita dedicação, treino e resultados ainda não garantiram aos atletas do taekwondo o retorno merecido. Eles não tinham o auxílio de um patrocinador e nem o respaldo necessário da CBTKD (Confederação Brasileira de Taekwondo), até a participação da equipe nos Jogos Pan-Americanos.
Neste videocast, especial sobre Olimpíada, veja entrevista com os atletas da equipe de taekwondo brasileira. Assista aos outros vídeos sobre os Jogos de Pequim-2008.
A história do taekwondo brasileiro pode mudar de figura com a conquista de uma medalha Olímpica. Esse objetivo move a seleção e, conseqüentemente, deve proporcionar uma vida melhor para as pessoas envolvidas com o esporte.
Os atletas reclamam de salários baixos, que não cobrem os custos. "A gente leva uma rotina muito diferente da dos atletas dos outros países. A gente precisa treinar e correr atrás do dinheiro para poder se manter", conta o lutador Márcio Wenceslau.
Débora Nunes, outra integrante da equipe, vive uma situação um pouco melhor do que a do seu companheiro de seleção, já que tem contrato com um clube para disputar. "É bem complicado conseguir se manter com o taekwondo, mas a gente acredita que uma medalha pode mudar isso. Todo esporte é assim", conclui a atleta.
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